Extraído do Livro chamado: "O Livro dos Fenômenos Estranhos" de
Charles Berlitz
Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima,
pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.
Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência
representa mais do que mero folclore.
Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente
na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco,
Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença
misteriosa.
Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas
feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que
o primeiro era mais longo do que os outro dois.
Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou
todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal.
Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com
aquele sofrimento.
No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico
chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.
- O que é isso? - perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do
barulho.
Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas
palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de
Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente,
quando a família se mudou para uma casa nova.
Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie
congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época,
os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.
sábado, 28 de janeiro de 2012
O tesouro macabro
A história que contarei a seguir é sobre dois amigos de infância, Pablo e José.
Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno
vilarejo na província de Chiapas.
Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma
caverna em meio às árvores e exclamou: "Veja José, uma gruta seca. Vamos
usá-la como abrigo até a chuva passar." José não titubeou e seguiu seu
amigo até a tal gruta. Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos.
A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha.
"Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios." Balbuciou José
tremendo de frio e medo. "Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele
temporal. Aqui nós estamos secos e seguros."Retrucou Pablo.
A chuva não dava nem um sinal de cessar. José estava impaciente e Pablo curioso
com a caverna. "Vamos lá para o fundo, estaremos mais seguros lá."
Entusiasmou-se Pablo. "Estas louco homem, podemos nos perder naquela escuridão."
Protestou José. "Covarde! Vamos lá, seja homem pelo menos uma vez nessa
sua vida." Ameaçou Pablo com um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua
própria vida, José segue o amigo até o fundo da caverna. Pablo, indo na frente,
acende um fósforo e se surpreende com o que vê. Jogado ao chão, milhares de
moedas de ouro e prata e até algumas jóias que refletiam a luz do fósforo.
Junto delas, um esqueleto humano. Pablo dá uma gargalhada e grita."Estamos
ricos José, ou melhor, estou rico José!" Virando-se imediatamente para o
amigo e apontando a garrucha diretamente para a testa dele. Pablo dá um sorriso
e vê o pavor do amigo que suplica."Não Pablo, pelo amor de Deus... nós
somos amig...." E um estrondo interrompe a voz de José. Com um tiro certeiro,
Pablo espalha os miolos do amigo no chão... "He, he, he...agora o ouro é
só meu, todo meu." Recolhendo o tesouro e colocando-o num saco, Pablo já
vai até pensando no que fazer com o dinheiro.
O tempo passa e a chuva também. Com o tesouro devidamente embalado, Pablo sai
da caverna sorrindo e gozando do cadáver do amigo."Pena que você não
poderá se divertir com este dinheiro companheiro." Pablo coloca o saco com
o tesouro no lombo do cavalo e ruma para o vilarejo. Chegando lá, ele vai
diretamente para uma pensão contabilizar o seu achado. Euforicamente, Pablo
sobe para o seu quarto mal podendo conter sua alegria. Já no quarto, o homem
tranca a porta e joga o saco no chão. Ao abri-lo, Pablo depara-se com uma cena
inesperada e pavorosa. "Não, não pode ser !!!" Agoniza o coitado. Ao
invés do tesouro, ele encontrou o cadáver rígido de seu amigo José.
Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno
vilarejo na província de Chiapas.
Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma
caverna em meio às árvores e exclamou: "Veja José, uma gruta seca. Vamos
usá-la como abrigo até a chuva passar." José não titubeou e seguiu seu
amigo até a tal gruta. Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos.
A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha.
"Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios." Balbuciou José
tremendo de frio e medo. "Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele
temporal. Aqui nós estamos secos e seguros."Retrucou Pablo.
A chuva não dava nem um sinal de cessar. José estava impaciente e Pablo curioso
com a caverna. "Vamos lá para o fundo, estaremos mais seguros lá."
Entusiasmou-se Pablo. "Estas louco homem, podemos nos perder naquela escuridão."
Protestou José. "Covarde! Vamos lá, seja homem pelo menos uma vez nessa
sua vida." Ameaçou Pablo com um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua
própria vida, José segue o amigo até o fundo da caverna. Pablo, indo na frente,
acende um fósforo e se surpreende com o que vê. Jogado ao chão, milhares de
moedas de ouro e prata e até algumas jóias que refletiam a luz do fósforo.
Junto delas, um esqueleto humano. Pablo dá uma gargalhada e grita."Estamos
ricos José, ou melhor, estou rico José!" Virando-se imediatamente para o
amigo e apontando a garrucha diretamente para a testa dele. Pablo dá um sorriso
e vê o pavor do amigo que suplica."Não Pablo, pelo amor de Deus... nós
somos amig...." E um estrondo interrompe a voz de José. Com um tiro certeiro,
Pablo espalha os miolos do amigo no chão... "He, he, he...agora o ouro é
só meu, todo meu." Recolhendo o tesouro e colocando-o num saco, Pablo já
vai até pensando no que fazer com o dinheiro.
O tempo passa e a chuva também. Com o tesouro devidamente embalado, Pablo sai
da caverna sorrindo e gozando do cadáver do amigo."Pena que você não
poderá se divertir com este dinheiro companheiro." Pablo coloca o saco com
o tesouro no lombo do cavalo e ruma para o vilarejo. Chegando lá, ele vai
diretamente para uma pensão contabilizar o seu achado. Euforicamente, Pablo
sobe para o seu quarto mal podendo conter sua alegria. Já no quarto, o homem
tranca a porta e joga o saco no chão. Ao abri-lo, Pablo depara-se com uma cena
inesperada e pavorosa. "Não, não pode ser !!!" Agoniza o coitado. Ao
invés do tesouro, ele encontrou o cadáver rígido de seu amigo José.
A casa dos rostos
Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria
Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um
rosto pintado no chão de cimento.
Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o
chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso
espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul
da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente
número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que
este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram
novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no
mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade,
era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os
lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam
fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos
Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia
se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram
cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro,
pendurando-o então ao lado da lareira.
Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros
ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos
retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não
aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre
um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos
rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra
imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.
Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores
contaram de nove a dezoito imagens.
Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E
então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.
O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa?
Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum
membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento
declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários,
parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a
imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que
explicasse a origem dos retratos.
Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um
rosto pintado no chão de cimento.
Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o
chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso
espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul
da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente
número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que
este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram
novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no
mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade,
era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os
lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam
fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos
Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia
se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram
cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro,
pendurando-o então ao lado da lareira.
Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros
ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos
retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não
aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre
um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos
rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra
imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.
Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores
contaram de nove a dezoito imagens.
Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E
então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.
O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa?
Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum
membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento
declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários,
parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a
imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que
explicasse a origem dos retratos.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Criança amável
-Filha?!Acorda Misty!-perguntou minha mãe me cutucando.
-Ai!Que horas são mãe?-respondi sonolenta.
-São oito horas da manhã.
-O que eu fiz de errado pra você me acordar a essa hora?!
-Botou fogo na minha planta favorita ontem a tarde,lembra disso,ou tem amnésia?
-Tenho amnésia.Quem é você?
-Sou sua mãe.E se você não levantar esse seu corpo de zumbi da cama,e descer em dez minutos,vou te proibir te ver o Ryan.
-Isso é golpe baixo...
-Não me importo.Dez minutos!
Minha mãe saiu do quarto e fechou a porta.Tive que me levantar,e me arrumar.Contra minha vontade.
Ryan é meu namorado a um ano e meio.Minha mãe não gostava muito dele,isso era estranho,porque meu pai não deveria gostar dele...Minha família não era nada normal.
Desci e encontrei minha mãe conversando com minha irmã mais nova,e meu pai estava lendo o jornal,como sempre.
-Ah!Finalmente a princesa acordou do sono de cem anos!-exclamou Jena,minha irmã.
-Pelo menos eu não sou uma criancinha mimada...
-Já chega as duas!Que saco!É todo dia assim!
Eu e minha irmã nos olhamos com raiva,mas depois nos ignoramos.
-Misty,sua irmã chamou algumas amigas para vir aqui em casa.Vai querer chamar alguém?-continuou minha mãe.
-Só o Ryan...
-Ah não!Aquele metido chato e retardado aqui de novo não!-gritou Jane.
-Tudo bem Misty,pode chamar.E Jane,nada de implicar com ele tá?!Agora vou trabalhar.Se comportem!
Minha mãe saiu,e minha irmã soltou uma risadinha maligna.
-Pai,não vai chamar a Tereza hoje?
-Claro que vou.Assim que eu estiver saindo eu chamo sua babá Jane.
-Jane,você é a única pessoa que eu conheço que fica feliz em ter uma babá.
-A Tereza é legal.E como eu só tenho dez anos,preciso de uma.Já você precisa de uma cadeira elétrica.
-Não vou me irritar com você hoje.
-Sei...
-Garotas,se comportem hein?!Vou me arrumar,e ligar para Tereza.
-Pai,não precisa ligar pra ela...Eu cuido dela e das amigas...E Ryan vai estar aqui,ele me ajuda...
-Promete que vai cuidar delas direito e não fazer besteira?
-Sim pai.Prometo!
Meu pai deu um longo suspiro,e depois concordou em me deixar cuidando delas.Jane tentou convencê-lo a não deixá-la sozinha com comigo,mas ele mandou-a parar de fazer drama.
Quando ele saiu para ir trabalhar,liguei para Ryan.
-Alô?!
-Ryan?É a Misty.
-Oi gata.Que foi?
-Você quer vir pra cá?
-Quando?
-Agora.
-Hum...Por que eu deveria ir?-perguntou fingindo estar em duvida.
-Porque uma garota de dezesseis anos vai ficar sozinha com a irmã mais nova e as amigas da pirralha...Sabe,ela precisa de companhia...
-Como vou saber que você não é uma pedófila?-disse em tom de brincadeira.
-Isso você vai ter que descobrir...
-Sei...Estou indo então.-respondeu rindo.
Desliguei o celular,e então vi que as amigas de Jane chegaram.
Não via a hora de Ryan chegar.Pois isso deixava Jane irritada.
Ryan era alto,cabelos escuros,olhos verdes maravilhosos,e um corpo de estatua grega.
Depois de uns dez minutos,ele chegou.Felizmente Jane estava por perto,então viu ele chegar,e ele pode ouvi-la praguejando.
-Sua irmã é um doce de criança!-exclamou.
-Eu sei...Mas não ligue pra ela.Logo ela e as outras duas ali somem do nosso campo de visão.
-A babá vai vir hoje?
-Hum...Hoje eu sou a babá.-respondi passando meus braços em volta de seu pescoço.
Ryan sorriu,e abraçou minha cintura.
-Vocês são nojentos.-disse Jane,surgindo com suas amigas.
-Um dia você também vai ser.
-Nunca igual a vocês!
-Mas,você vai ter que agüentar isso por muito,muito,muito tempo.Porque eu não vou largar sua irmã.Então,olá,cunhadinha.-disse Ryan,me fazendo rir.
Jane e as outras pestinhas foram para o quarto,eu e Ryan fomos para sala.
Não tinha nada passando na televisão,a não ser: “ontem a noite,mulher grávida foi achada morta em beco...” “homem mata filhos...” “enchente mata sete em ...” e outras coisas desse tipo.E eu não gostava de ver coisas desse tipo...
-Então,como seu pai te deixou ficar sozinha com sua irmã?-perguntou Ryan.
-Ele... Ai,nem sei.Ele não queria deixar,mas depois deixou.Por que quer saber?
-Porque eu jamais deixaria minhas filhas sozinhas em casa,principalmente com uma delas sendo uma pedofilia.-disse rindo.
-Ah é assim,né?!Eu jamais deixaria minhas filhas sozinhas em casa com um tarado!-respondi entrando na brincadeira.
-Hum...O que acontece se uma pedofilia e um tarado ficassem sozinhos?
Ryan se aproximou de mim,com um sorriso maroto no rosto.Percebi quais eram suas intenções.E eu não queria fazer aquilo agora.Eu queria esperar mais um pouco até...acontecer.
-Ryan...-comecei colocando minha mão no peito dele,para manter uma distância.-Eu...Não posso...Não estou pronta ainda...
Ele me olhou,ainda sorrindo.
-Não tem problema.Ainda posso beijar você,não posso?-disse.
Ele pegou minha mão,e continuou se aproximando.Eu estava na ponta do sofá,então não tinha como ir para trás.Ryan apoiou suas mãos no braço do sofá,atrás de mim.
-Ryan,eu...
Antes que eu pudesse terminar a frase,seus lábios já estavam colados nos meus.Cai para trás,e ele ficou em cima de mim.Involuntariamente,passei meus braços em volta de seu pescoço,e os braços dele seguravam minha cintura.Ryan me trazia cada vez mais perto dele.O beijo foi se intensificando,e uma de suas mãos subiu por minhas costas,por dentro de minha blusa.Senti um arrepio percorrer meu corpo.
De repente eu “acordei” e afastei Ryan.Ele me olhou,e parecia um tanto desapontado.
-Desculpe Ryan,mas eu não posso.
-Ah.Bem,eu...Desculpe por ter te forçado...
Eu sorri,e me levantei,fazendo que ele fizesse o mesmo.Ryan se sentou,e olhava para a parede a nossa frente.
-Tudo bem?-perguntei.
-Tudo.Eu só... Tava pensando em quanta sorte eu tenho.
-Por que?!
-Por ter você.
Ele se virou para mim e sorriu.
Ficamos conversando por um tempo.
-Eu acho que esta tudo muito quieto lá em cima,não acha?-perguntei.
-Acho.Quer que eu vá ver?
-Não,pode deixar que eu vou.
Me levantei e comecei a subir as escadas.Conforme eu subia,algo dentro de mim se agitava,e dizia para mim voltar para a sala.Parei em uns dos degraus,e tentei ouvir algum ruído vindo lá de cima.Depois de alguns segundos,ouvi alguma coisa caindo,e não sei por que,corri para ver o que era.
Cheguei no quarto,e abri a porta.
As duas amigas de Jane estavam caídas no chão,ambas com cortes no pescoço.Jane estava de costas para mim.
-Jane?!O que aconteceu aqui?!-perguntei.
Jane se virou para mim.
-Elas não queriam brincar.-respondeu.
-Você fez isso?!
-Sim.Foi muito divertido!Quer brincar também?!
Não sei por que,mas comecei a gritar.Bati a porta,e corri para baixo.
-O que aconteceu?-perguntou Ryan,que estava na porta da sala.
-Jane...Ela...-eu não conseguia falar.
Meu coração estava acelerado,e eu mal conseguia respirar.
-O que foi Misty?!
-É a Jane!
-Fique aqui.Vou ver o que aconteceu,ta legal?!
Ele subiu para o quarto de Jane.
Ouvi a porta batendo,e Ryan desceu correndo assim como fiz antes.
-Onde ela está?-perguntou.
-Como assim?!Ela esta no quarto dela!
-Não esta mais.A única coisa que esta lá,são as duas amigas mortas dela.
-Meu Deus!Como ela pode fazer isso?!
-Possessão demoníaca?!
-Isso é impossível!Não existem essas coisas!
-Certo...Então temos que aceitar que sua irmã mais nova é uma assassina pirada?!
-O que?!Bem...Acho que sim!Não sei!
-Temos que achá-la então...
-Tudo bem.
Agarrei o braço de Ryan,e o segui pela casa.Nem sinal de Jane no andar de cima,nem no de baixo.
Nada de Jane nas ruas ou no jardim.
Procuramos por ela o dia todo.No final da tarde,decidimos descansar um pouco,e parar para pensar.Nos trancamos em meu quarto.
-Onde será que ela está?-perguntei com medo,mas preocupada também.
-Talvez não procuramos direito.Ela pode estar debaixo de alguma cama,dentro de um armário,sei lá.
-Ai meu Deus!-gritei.
-O que foi?-perguntou preocupado.
-Ela pode estar aqui dentro!
-Tudo bem,vou olhar dentro do armário,você olha em baixo da cama.
-Por que eu tenho que olhar em baixo da cama?!
-Qualquer coisa é só gritar!Eu estou aqui,nada vai acontecer!
Ryan abriu o armário,e procurou entre as roupas,nas prateleiras.Digamos que ele sumiu lá dentro.
Me agachei para olhar em baixo da cama.Eu estava tremendo de medo.Olhei lá embaixo,mas não tinha ninguém lá.Graças a Deus ela não estava dentro do quarto.Ryan olhou em todos os cantos possíveis.
-Então,estamos seguros aqui dentro?-perguntei.
-Sim,acho que sim.
-Nunca pensei que teria medo da Jane...
-Nem eu...Achei que eu teria medo de você.-disse rindo.
-Você nunca para de fazer piadas né?!
-Ah!Qual é?!Estou tentando te animar.
-Tudo bem...Desculpe.É que...Eu sei lá...
-Não tem problema.
Ouvimos um barulho no andar de baixo.Parecia a porta abrindo.
-Eu vou ver o que é.Fique aqui.-disse Ryan.
-Não!E se for ela?!
-A gente nem sabe se tudo isso é real ou se é só uma brincadeira.Eu volto logo.
Ele saiu do quarto,e eu fiquei encolhida em minha cama.
Ouvi Ryan falando com alguém.Depois ouvi duas pessoas subirem as escadas,e indo para o final do corredor.O quarto de Jane.Logo depois,a porta de meu quarto abriu.Ryan entrou com meu pai.Este estava em estado de choque.
-Pai?!-disse.
-Misty!Foi a Jane quem...?
-Creio que sim pai...
-Onde ela está?
-Não sabemos.-disse Ryan.
Ouvimos a porta se abrir novamente lá embaixo.Em seguida ouvimos um grito,e então corremos para ver o que era.
Chegando lá em baixo,vi Jane sentada na frente da porta,e mamãe estava caída na frente dela.Morta.
-Jane!O que você fez?!-gritei.
Jane se virou para nós,seu rosto e seus braços estavam cheios de sangue.Havia sangue em seus lábios também.
-Mamãe não comprou meu suco.-respondeu.
Comecei a chorar.Jane sorriu,seus dentes estavam vermelhos por causa do sangue.
-Por que tem sangue na sua boca Jen?-perguntei.
-Estava bebendo este liquido vermelho que achei dentro da mamãe.
-Jane,por que não vai tomar um banho,e depois,vamos ver o Dr.Schemelim?!-disse meu pai.
-Eu não gosto dele!-gritou Jane.
Ela esticou o braço em direção ao papai,e este começou a se contorcer no chão.
-Jane!Pare com isso!-gritei.
Ela abaixou a mão,e Ryan o ajudou a ficar de pé.
-Misty,vamos brincar?-perguntou.
Eu estava tremendo,e ainda chorava.
-Do que você quer brincar?-perguntei com a voz trêmula.
-Hum...Vamos brincar de salão de beleza.Eu vou deixar seu cabelo lindo!
Jane pegou meu braço,e me puxou para sala.Ryan veio atrás de nós,mas antes que pudesse nos alcançar,Jane fechou a porta da sala.
-Senta na frente do sofá,Misty!Vou pegar uma escova no meu quarto!
Jane simplesmente sumiu na minha frente.Eu corri para a pequena estante que havia em cima da televisão,onde havia uma coleção de adagas,eram de meu pai.Peguei a mais afiada que achei,voltei para onde Jane havia mandado eu sentar,e escondi a adaga embaixo do tapete a minha frente.
De repente,Jane surgiu na minha frente,sorrindo,e com uma escova nas mãos.
-Seu cabelo vai ficar muito bonito,Misty!Depois que eu arrumar seu cabelo,podemos arrumar o da mamãe.E depois,podemos ver se o papai também gostaria de brincar com a gente.E no final,a gente dá um jeito de acabar com o Ryan.Ele nunca gostou de mim,e eu nunca gostei dele.Me ajuda a acabar com ele,Misty?
-Vá pro inferno!-respondi.
-Não fale assim comigo!-gritou,puxando meu cabelo para trás.
Ela puxou tão forte,que gritei.Pude ouvir Alguém batendo na porta,tentando abri-la.
-Peça desculpas Misty!Sabe que não deve falar assim com ninguém!
-Desculpa Jen.
-Melhor assim.Agora vamos lá dar um jeito no Ryan.
Jane se levantou e foi em direção a porta.
-Ah!Jane!-comecei.-Tenho uma coisa pra você!
-O que é?
-Vem aqui.
Jane se aproximou de mim,com um sorriso no rosto novamente.
Quando ela estava bem perto de mim,peguei a adaga,e enfiei no pescoço dela.
-Misty...
-Desculpe Jane.
Eu comecei a chorar muito.Me levantei e fui para fora da sala.Ryan e meu pai estava sentados do lado da porta,pareciam cansados de tentarem arrombar a porta.
Eles olharam para mim,e eu apenas sentei ao lado deles.
Ryan me abraçou,e meu pai foi ver o que havia acontecido.Ouvi algo cair no chão,e fui ver.
Meu pai estava caído de joelhos,na frente do corpo de Jane.Sentei ao lado dele,e o abracei.Fechei meus olhos,pois eles já ardiam de tanto que chorei.
De repente,meu pai ficou pesado,e cai no chão.Abri os olhos,e vi ele morto ao meu lado.Jane sorria e tirava a adaga da barriga dele.
-Não se deve matar as pessoas,Misty.
Ryan correu em minha direção,e ela jogou a adaga no rosto dele.Ele caiu no chão,já morto também.
-Jane,o que você esta fazendo?!
-Quem disse que sou a Jane?!Bobinha!Ainda não percebeu?!Jane esta morta!Eu estou apenas usando o corpo dela!
-Como assim?
-Simples!Jane e suas amigas,apesar da idade,fizeram um pacto!
-Que tipo de pacto?
-Elas queriam ter poderes,e eu dei a elas!Elas sabiam do que teriam que dar em troca!
-E o que seria?
-Suas almas,e as almas de todos que elas amavam.E Jane foi a mais corajosa.Ela matou as amigas,e depois os pais,o namorado da irmã...Só falta você.Mas vou ser gentil com você.Se você fizer um pacto qualquer,eu deixo você viver por mais...Quinze anos!
-Nunca!Prefiro morrer!
-Desejo realizado!
Ela apenas estralou os dedos,e eu me vi caindo no chão.Meus olhos se fecharam lentamente,e então,ouvi uma risada muito desagradável,vi o corpo de Jane cair ao meu lado,já morta.E então,meu coração parou de bater.O ar saiu de meu pulmão.E estava morta junto a todos os outros que amava.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Sexta-feira 13- A casa amaldiçoada
A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar. A mais popular superstição entre os cristãos, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e na sua última ceia haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos. Na Sexta-feira 13 exatamente ás 3:00 horas da madrugada dizem que se abre um portal para o inferno, onde os demônios andam livremente pela terra, o portal só se fecha as 3:01, mas esse 1 minuto para quem é pego por um demônio solto nesse dia se torna uma eternidade ou ser levado a morte, como Pedro, o homem da história a seguir.
Pedro era um sádico, não acreditava em absolutamente nada que envolvesse “religiões, espíritos…” nada disso. Ele comprou sua casa em uma área nobre de São Paulo, por um preço muito abaixo, a desculpa do valor era que a casa fora um local de magia negra, o pai da família que morava lá, além de fazerem oferendas, e ter assassinado várias mulheres (suas empregadas), após um surto psicótico (ou possessão para alguns), matou sua família brutalmente e depois se suicidou colocando fogo em seu corpo, assim morrendo carbonizado em uma sexta-feira 13. Como Pedro não acreditava em demônios ou espíritos, achou lucro comprar uma mini mansão por um valor tão abaixo da média, ele mudou-se para lá com a família em uma segunda dia 9. Logo no primeiro dia Julia a menina mais nova sentiu calafrios, ouviu barulhos estranhos pela casa toda, e durante a madrugada exatamente as 3:00 ouvia uma criança rindo na cabeceira da cama dela, ela ficou muito assustada e fui para o quarto dos seus pais, apesar de Pedro não ter acreditado ele tentou acalmar sua filha e a deixou dormir com eles. No dia seguinte ainda assustada Julia mostra ao seu pai de onde vinha o barulho, de uma tubulação que percorria a casa toda que levava direto a um quartinho subterrâneo que ele não havia percebido durante a visita á casa, Pedro desceu as escadas e percebeu que ali no quarto havia pentagramas e escritas em uma língua que ele não conhecia, havia velas negras e vermelhas e uma cabeça de bode ainda com o couro e pelos em cima de um altar, no meio de um dos pentagramas, Na parede atrás do altar havia um pentagrama enorme com o numero 13 no meio. Pedro por curiosidade segurou a cabeça de bode nas mãos para ver se era real, e percebeu que era, ligou para o serviço de limpeza para tirar tudo de lá. No instante que ele colocou a cabeça de volta no altar de novo sentiu uma leve brisa passar pelo rosto dele, ele não prestou muita atenção naquilo e saiu de lá. Com o passar dos dias Paulo começa a ficar perturbado, a ouvir vozes, barulhos, e até a ver espíritos em sua casa, ele vivia dizendo pra si mesmo: “essas coisas não existem, é tudo da minha cabeça”, quando chega sexta feira exatamente as 3:00 da madrugada Pedro acorda com um grito de sua filha, ele corre desesperado para o quarto dela e a vê no canto do quarto abaixada olhando fixamente para cima da porta, quando ele olha por curiosidade vê a cabeça do bode ali, flutuando, olhando para sua filha, ele corre e tira a menina do quarto, coloca ela para ficar com a mãe, mas ele percebe que algo estranho está acontecendo, sua filha não disse mais nada, sua mulher não levantou, e seu filho mais velho Victor também nem levantou, em instante nenhum, ele foi ver garoto e vê que ele está deitado em sua cama, ele por garantia averigua o quarto do menino e percebe que o cobertor dele está mais alto que o normal, quando ele levanta a coberta ele vê 3 demônios pequenos como se fosse gnomos comendo seu filho, o menino já estava morto! Com o desespero no rosto ele chora e grita ao mesmo tempo, levando às mãos a cabeça, mas o pesadelo dele só havia começado, ele ouviu um barulho como se algo muito grande estivesse se aproximando, os “gnomos” que estavam comendo seu filho correm desesperados e se jogam pela janela, em um relance Pedro olha pra porta e vê uma sombra enorme levando algo que se parecia com um machado gigante nos ombros, Pedro olha pra janela e a vê intacta, como se os “gnomos” não tivessem se jogado, ele se esconde de baixo da cama e sente aquele cheiro horrível subindo, e a sombra se aproximando, a respiração dele fica mais forte, então ele vê a sobra pegando o lençol da cama e o levantando, ele vê o rosto de sua mulher sorrindo, ele sente um alivio e ao mesmo tempo confuso, então ela estende a mão para ele e o tira de baixo da cama. Ele sai ainda confuso, ela segura seu rosto e o olha fixamente, imagens horríveis e indescritíveis são “implantadas” na cabeça de Paulo, aos poucos ele percebe que aquela não era sua mulher e sim um demônio, ele se sente preso na casa e naquele “pesadelo” como se fosse por milênios. Pedro então se vê deitado em sua cama, olha para o lado e percebe que é 3:01 da madrugada, como se estivesse em transe ele desce até a garagem, pega um galão de gasolina, vai até a cozinha e pega um isqueiro e depois uma faca, ele vai até o quarto de Julia e a esfaqueia brutalmente depois de matá-la joga um pouco de gasolina em seu corpo, em seguida foi até o quarto de seu filho e faz o mesmo, quando chega ao seu quarto ele simplesmente sobre em cima de sua esposa a acorda com o movimente e corta a garganta da mulher dizendo : “Quem diz que demônios não morrem? eu consegui matar 2 agora 3 com você” e sorri discretamente, sua mulher desesperada sentindo sua vida ir embora, começa a se debater, e aos poucos morre, depois de confirmar sua morte, Pedro pega o sangue dela e escreve na parede “É, DEMONIOS EXISTEM E EU CONSEGUI MATAR 3, ELES TAMBÉM PODEM MORRER”.
Pedro pega um dos lençóis do guarda-roupa faz uma “forca”, joga gasolina em seu corpo e enrola o lençol em volta de seu pescoço, antes de se “jogar” da cadeira ele acende o isqueiro fazendo assim seu corpo e a casa pegarem fogo.
Muitos dizem que naquela madrugada de sexta, foi liberto o demônio pra quem o antigo dono fazia preces, possivelmente Pedro teria ficado possuído e matado sua família, outros já acham que ele apenas enlouqueceu por causa da energia negativa ou a historia que aquele lugar carregava
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
O jogo dos seis lápis
O jogo dos seis lápis pode ser jogado apenas por duas pessoas.
Você precisa de seis lápis novos, sem ponta.
Passo 1: Cada pessoa pega três lápis e os segura, formando três lados de um quadrado (como na foto acima). As extremidades dos lápis devem se tocar. Você deve segurar a parte onde ficaria a ponta do lápis.
Passo 2: Você e seu companheiro de brincadeira devem dizer, juntos: “Charlie, Charlie, podemos brincar?”
Se os lápis se moverem para dentro, a resposta é Sim.
Se eles se moverem para fora, a resposta é não.
Se um lado se move para dentro e o outro para fora, significa “talvez”, ou que a pergunta não pode ser respondida. A resposta também pode ser dada se os lápis se moverem para cima (sim) ou para baixo (não).
Passo 3: Você pode fazer perguntas de sim ou não para Charlie. Ele dará as respostas movendo os lápis.
Para encerrar o jogo, vocês dois devem dizer “Charlie, Charlie, podemos parar?”
Se os lápis moverem para cima ou para dentro, vocês podem jogá-los no chão e dizer “Adeus” para quebrar o contato.
De-animator (mate os zumbis)
Uma quantidade imensa de zumbis esta saindo do chão.Atire na maior quantidade possível!
Algumas fotos:
Link para o jogo:
http://clickjogos.uol.com.br/Jogos-online/Tiro/De-animator/
The torture game
Neste jogo,você pode torturar o boneco o quanto quiser.Você tem 8 opções de tortura,use uma de cada vez,ou todas juntas.Navalhas,armas de fogo e serras elétricas...
O jogo em si é um tanto...forte.Mas é ótimo para descontar sua raiva no (coitado) boneco,e também para alimentar seu sadismo.
Aqui vão algumas fotos do jogo,para você decidir se irá mesmo querer jogar.
Ainda quer jogar? Então ai vai o link...
Okiku,a boneca viva (lenda japonesa)
Conta a lenda, que Kikuko, uma menina de três anos de idade, adoeceu gravemente no ano de 1932. Seu irmão, estava visitando a cidade de Sapporo, Hokkaido (Ilha ao norte do Japão), quando viu uma boneca e comprou-a para Kikuko.
A menina amou a boneca, e não largou mais dela. Em todos os momentos durante sua doença, Kikuko estava com a boneca. Mas a saúde da menina piorou, até que ela veio falecer, em janeiro de 1933.
A menina foi cremada, e como de costume, os pertences mais queridos são queimados junto com o falecido.
A família, estando muito preocupada, triste, enfim, tudo que se pode sentir num momento de dor como a morte, acabou esquecendo da boneca Okiku, a boneca tão querida por Kikuko.
Após a cremação, a boneca foi colocada junto das cinzas da criança, no oratório, onde a família rezava pela alma de Kikuko.
A família, então, guardou com carinho a boneca. Mas, algo estranho começou a acontecer. O fato foi que, com o passar do tempo, o cabelo da boneca começou a crescer.
Na década de 40, com a guerra, a família precisou fugir do país, e deixou a boneca junto com as cinzas da criança, no templo Manneji.
Chegando o fim da guerra, a família foi buscar a boneca. A família se espantou imensamente ao ver a boneca, pois o cabelo, continuava crescendo.
A pedido do irmão da menina, a boneca ficou no templo, onde foi pedido uma investigação do caso. Investigação que até hoje não gerou resultado algum.
O templo Manneji, que fica em Hokkaido, é visitado por turistas e curiosos todos os dias. Há controvérsias, mas também, há muitas certezas de que o fato é real.
O cabelo, que chegava antes aos ombros, vai até a cintura. Os lábios, que eram cerrados, estão entreabertos e úmidos, e seus olhos parecem olhar para as pessoas com expressões de quem tem vida.
Os japoneses são muito religiosos, e acreditam em vida após a morte. E tudo isso, torna a lenda cada vez mais real. A questão é você acreditar ou não.
A trilha macabra
“Estamos quase lá, eu acho…” disse ele, enquanto dirigia o carro por aquela rua de chão de terra, naquela noite sem lua, cujo céu parecia mais escuro do que o habitual nas noites de verão. Sua esposa então disse: “Devíamos ter entrado na última saída, essa estrada que pegamos não aparece no mapa”. Estavam de férias, a caminho de uma pousada numa cidade do interior do Rio de Janeiro, pra passar uma semana longe da agitação da cidade grande; mas agora, depois de algumas horas perdidos em estradas desertas, uma pequena fagulha de arrependimento rodeava seus pensamentos.
Com pensamento positivo, o marido dirigia. Devagar, porém constante, ele guiava o carro desviando dos buracos maiores e evitando poças de lama. “Você é que é muito teimoso e quer fazer as coisas sempre do seu jeito. E agora? Está de noite, não há ninguém na rua pra pedir informação e não temos idéia de onde estamos”. O marido, tentando não se deixar levar pelas reclamações de sua esposa, entretanto, concordando intimamente que sua teimosia tenha contribuído muito pra situação atual, tentou manter a calma, em silêncio.
Nesse momento a estrada começou a afunilar. Dos dois lados da pequena estrada de terra uma cerca de madeira com arame farpado começou a se estreitar, de modo que apenas um carro poderia passar na estrada. Caso viesse algum carro em sentido contrário, seria um problema. Dos dois lados da cerca, não se via nada, escuridão total, mas poderia dizer que só havia mato, pasto, ou um simples campo plano.
No ritmo devagar o carro seguia seu caminho. Sempre de olho na estrada, para evitar buracos, o marido continuava. Começou a perceber então, no canto da estrada, leves marcas de pegadas de animal. Não se recordou depois se tinha observado se as pegadas começavam de algum lugar. As pegadas, no início fracas, cada vez mais fortemente marcadas na lama começaram a ficar. Aquilo, em meio ao tédio e ao silêncio de sua esposa, se tornou mais vivo em sua mente do que o fato de estarem perdidos no meio do nada. Mais e mais as pegadas ficavam visíveis até que, bem a frente, no limite de onde os faróis conseguiam iluminar, ele viu um vulto parado, como uma estátua, grande. Diminuiu um pouco mais a velocidade e seguiu observando ao se aproximar. De um pouco mais de perto pôde averiguar, era um boi, ou melhor, um touro, sim, era um touro. O animal estava parado, de olhar fixo no carro. O marido então reparou que nos olhos do animal forte e austero havia um fundo avermelhado, que, ao se aproximar, se tornou mais claro. “Está vendo os olhos desse animal, mulher?” ele disse. “Sim, que sinistro, vamos embora logo, vamos”. O marido então passou e deixou o touro para trás apenas seguindo o carro com o olhar. Alguns minutos depois sua esposa disse: “Por onde que esse touro entrou na estrada se ela está fechada com cerca em ambos os lados?”. O marido então pensou por um instante e respondeu: “Não sei. Não havia pensado nisso. Talvez havia algum buraco na cerca que não vimos, ou talvez ele tenha vindo pelo mesmo caminho que nós; apesar de que, se foi assim, ele andou muitos quilômetros, estaria caminhando por muitas e muitas horas”. Sua mulher falou: “Talvez… acho que essa última hipótese deve ser a mais provável. Se houvesse, talvez, um buraco na cerca suficiente pra um animal daquele tamanho passar acho que teríamos visto, será?”.
Depois de aproximadamente uma hora começaram a avistar uma velha, porém grande, casa de madeira aparentemente abandonada. O casal parou e desceu do carro. A escuridão era devastadora. Apenas uma luz fraca reluzia na varanda da velha casa. Eles se aproximaram para ver se havia alguém por perto para pedir alguma informação de como chegar na pousada. Depois de analisar um pouco o ambiente a esposa falou: “vamos embora, vamos voltar para a última saída que passamos, algo me diz que a pousada é por lá”. Mas o marido retrucou: “Calma, deixa eu ver melhor lá dentro, a porta parece estar aberta, não custa nada dar uma olhada”. A esposa “Vamos logo…”, mas o marido se aproximou da porta da frente e começou a abrir vagarosamente.
O que se seguiu não se pode determinar com pura certeza pois foi tão rápido e veloz quanto um relâmpago em um dia de tempestade. Um ruído forte ecoou pela casa abandonada; era como um grito agudo e rasgado que varou a noite escura. O marido teve apenas tempo de ver vagamente um vulto escuro correndo em sua direção através da sala, rumo a porta da frente. Quando ele saiu correndo e ligou o carro as pressas sua esposa já estava entrando no carro. Partiram em retirada o mais rápido possível, agora desconsiderando todo e qualquer buraco, em alta velocidade. Não se teve tempo de saber como o carro capotou na lama. A última imagem que o casal presenciou foi a de um par de olhos vermelhos chegando velozes de encontro ao carro enquanto ouviam sons do galope rápido e depois o barulho da colisão de chifres na lataria do automóvel. Os faróis se apagaram e a escuridão engoliu a todos. A pousada que eles procuravam nunca recebeu pelas reservas feitas.
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