Lilian tem apenas quinze anos,e já uma assassina conhecida como "A assassina do ano novo",pois ela só mata no ultimo dia e ultimo segundo do ano.Ela já matou três pessoas.E hoje,irá matar mais uma.
-É ano novo Lilian!-falou sua melhor e única amiga,Lily.-Por que você tem que matar as pessoas justo nesta data?!
Só Lily sabia do paradeiro de Lilian.Só ela podia escapar dela,e só ela podia convence-la de não matar alguém.
-Por que?! Porque mataram meus pais nessa data! Só quero me vingar,e me livrar desta dor...
-Mas estas pessoas não tem culpa.
-Eu sei...Mas desta vez,a minha vitima tem culpa total.
-A é?! E por que exatamente?
-Era para ele estar protegendo minha casa,mas em vez disso,ele estava dormindo na viatura.
-Lilian!Ele é meu tio!
-Sinto muito Lily...Sinto muito mesmo.Mas eu preciso fazer isso.
-Não!-Lily já estava chorando.-Por favor Lilian!Ele é minha única família!
-Meus pais também eram pra mim!
-Lilian!Por favor!Eu imploro!Deixe-o vivo!Pelo menos até ano que vem!
-Eu não posso!-gritou Lilian.
-Por que não?
-Porque ele já esta na outra sala!Ele já viu meu rosto!
-Eu não acredito!Eu...Eu posso convence-lo a não falar nada!
-Ele é policial,lógico que vai abrir a boca.
Lily suspirou,e desandou a chorar.Lilian não tinha sentimentos,então não sentiu pena da amiga.Alias,a única coisa que Lilian sentia era ódio.Um ódio extremamente forte,que nada nem ninguém pode apagar ou amenizar.
Lilian deixou a amiga chorando em uma sala,e foi para a do lado,onde estava o tio de Lily.Ele se contorcia na cadeira,pois esta estava cheia de alfinetes e cacos de vidro.
-Pare de se mexer.Só vai se machucar mais.Ah!Espera ai!Eu não ligo!
Ela sorriu e foi até uma pequena mesinha no canto da sala.De lá,ela tirou um funil,e um vidrinho com um pó quase transparente dentro.
-Sabe o que é isso?-perguntou.
-Seu cérebro.
-Muito engraçado!O que eu tenho aqui,é vidro moído.Pode causar um grande estrago.Principalmente por que este não esta completamente moído,tem pedaços de vidro no meio...
Ela foi até ele,e com dois anzóis,abriu a boca dele,e a manteve aberta.Lilian colocou o funil na boca dele e começou a despejar o vidro.
Ele começou a gritar.E do outro lado,Lily chorava cada vez mais.
-Você acha que acabou?Nós não estamos nem perto do fim!
Ela voltou a mesinha,e pegou uma faca.
-Do que você mais gosta?-perguntou.
-De prender pessoas como você.
Lilian sorriu.Ela apertou um botão na cadeira onde ele estava,fazendo esta se inclinar para traz,deixando-o deitado.
-Já que gosta da cadeia,vou lhe fazer uma tatuagem da cadeia,e de graça!
Ela pegou a faca,e começou a desenhar uma jaula da prisão na barriga dele.Uma jaula com os mínimos detalhes,para garantir a ele máxima dor.
-Acho que ficou bom...-Disse Lilian depois de meia hora.-Agora,você gosta de piercings?Ah,não importa!Vai ganhar um de graça também!
Ela pegou uma tigela com vários anzóis e várias agulhas.Ela prendeu os anzóis no rosto dele,e as agulhas,ela colocou em sua lingua.
Ele gritava sem parar,e Lily,que estava parada na porta da sala,decidiu fazer alguma coisa.
Enquanto Lilian preparava mais uma de suas torturas,Lily pegou uma faca,daquelas de churrasco,e enfiou na cabeça da "amiga".
Lilian,antes de morrer,ainda teve tempo de olhar para Lily,espantada e surpresa ao mesmo tempo.Lily ainda chorava muito.
Assim que Lilian caiu no chão,ela correu para ajudar seu tio,e chamou ajuda.
Ela ficou sentada ao lado de seu tio,que estava desmaiado no chão agora,e olhava fixamente para Lilian.
Seu tio começou a se mexer,e ela o ajudou a se sentar.
-Como se sente?-perguntou.
-Muito mal...
-A ajuda já vem...
Seu tio ficou paralisado olhando alguma coisa atras de Lily.Esta se virou,e viu Lilian parada atras dela.
-Achou que podia se livrar de mim?
Lily gritou.Seu tio ficou parado,paralisado.
Quando a ajuda chegou ao local,a única coisa que encontraram,foram as mãos de Lily e de seu tio.E na parede estava escrito com sangue: Não podem se livrar de mim.NUNCA!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Apocalipse Zumbi - É possível?
Um ataque zumbi seria possível? Você acredita nisso? Parece brincadeira mas, a engenharia genética está ai pra isso. Veja postagem oficial da CDC (Center for Disease Control and Prevention) em 16 de Maio de 2011.
“Há todos os tipos de emergências por aí que podemos nos preparar. Tome um apocalipse zumbi como exemplo. Isso mesmo, eu disse apocalipse zumbi. Você pode rir agora, mas quando isso acontecer você ficará feliz que você leu este, talvez até mesmo você pode aprender uma coisa ou duas sobre como se preparar para uma emergência real.” POSTAGEM DA CDC COMPLETA NO FINAL DO POST.
” Psiquiatra de Harvard Steven Scholzman escreveu um artigo (fictício) médico sobre os zumbis apresentado em Night of the Living Dead e refere-se à condição de Síndrome de Deficiência Neurodegenerativas Satiety Atáxica causada por um agente infeccioso.O Guia de Sobrevivência Zombie identifica a causa de zumbis como um vírus chamado Solanum. Origens zombie outras mostradas em filmes incluem a radiação de um destruída NASA Venus sonda (como em Night of the Living Dead ), bem como as mutações das condições existentes, tais como prions , doença da vaca louca , sarampo e raiva.”
Continue Lendo…
A ciência criou mutantes que são um misto de humanos com animais, há 8 anos atrás, o jornal washington post publicou um artigo, em pequena nota, na seção de ciências, afirmando que já haviam vários mutantes na Costa Rica.
Há mais de 10 anos a BBC admitiu que não estavam apenas clonando humanos, mas que também os estavam cruzando com animais de outras espécies.
Os cientistas afirmaram que produziram, secretamente, mais de 150 embrões mutantes em experimentos de laboratório.
Nos últimos 15 anos, toda vez que a mídia aborda o tema, dizem que é a primeira vez que o assunto está sendo divulgado e sempre dizem que isto já está acontecendo há 3 ou 4 anos.
Já criaram mutantes Animais-Humanos, Vacas que são parte humanas e produzem leite materno humano e também estão cruzando homens com plantas.
Isso permitirá que doenças comuns a diferentes espécies se espalhem facilmente pela população e vai gerar vírus e outros micro-organismos mutantes que poderiam criar pragas nunca vistas no planeta.
Há milhares de laboratórios estes sistemas pelo mundo, já foi comprovado que os transgênicos estão causando alergias inexplicáveis e destruindo nosso sistema imunológico, mas o governo está se empenhando em impedir que a população saiba quando está comendo comida transgênica.
Se isso já vem acontecendo há 15 anos e só agora está sendo apresentado ao público, imagine o que tem acontecido em segredo nos laboratórios governamentais e de corporações privadas pelo mundo afora.
Estamos sendo feitos de cobaias pelo mesmo governo e instituições que têm nos vacinado contra poliomelite, tríplice viral, H1-n1, sífilis, hepatite, etc.
A ameaça é real é este cartel de bancos globalistas que controlam os métodos científicos financiando pesquisas bizarras por todo o mundo.
“Acreditando ou não, pode-se tornar verdade.”
POSTAGEM COMPLETA DA CDC
O que você precisa fazer antes de zumbis. Primeiro de tudo, você deve ter um kit de emergência em sua casa. Isso inclui coisas como água, comida e outros suprimentos para você sobreviver os primeiros dias antes de localizar um campo de refugiados (ou, no caso de uma catástrofe natural, o que você ficaria sem comprar por algum tempo, até que seja possível se encaminhar para um abrigo de evacuação, ou até que os serviço públicos sejam restaurados). Abaixo estão alguns itens que a CDC aconselha você ter em seu kit.
· Água (1 galão por pessoa e dia)
· Alimentação (estoque de itens não-perecíveis que você come regularmente)
· Medicamentos (o que inclui os remédios com e sem receita médica)
· Ferramentas e Suprimentos (faca, fita adesiva, rádio, pilhas, etc)
· Higiene e Saneamento (água sanitária, sabão, toalhas, etc)
· Roupas e camas (uma muda de roupa para cada membro da família e cobertores)
· Documentos importantes (cópias de sua carteira de motorista, passaporte e certidão de nascimento por exemplo)
· Kit de primeiro socorros (mesmo você estando perdido caso um zumbi lhe morda, você pode usar esse kit para tratar de cortes e lacerações que você pode vir a obter durante um tornado ou um furacão )
· Depois que você fizer seu kit de emergência, você deve sentar-se com sua família e montar um plano de emergência. Isso inclui onde você iria e quem você chamaria se os zumbis começassem a aparecer do lado de fora da sua casa. Você também pode implementar este plano se houver uma inundação, terremoto, ou outra emergência.
· Identifique os tipos de emergências que podem acontecer nas proximidades. Além de um apocalipse zumbi, podem acontecer inundações, furacões ou terremotos. Se você não tiver certeza dos tipos de emergências que podem ocorrer, entre em contato com um representante local da Cruz Vermelha (Defesa Civil para o nosso caso) para mais informações.
· Escolha um local de encontro para a sua família se reagrupar caso zumbis invadam a sua casa… ou sua cidade é evacuada por causa de um furacão. Escolha um local fora de sua casa para emergências repentinas e um lugar fora do seu bairro, caso você esteja impossibilitado de voltar para casa imediatamente.
· Identifique os contatos de emergência. Faça uma lista com os contatos locais, como polícia, bombeiros, e sua equipe local de resposta a ataques zumbis. Além disso, passe esses telefones para parentes que moram longe, para que eles possam lhe chamar durante uma emergência, permitindo assim que o resto da sua família saiba que você está ok.
· Planeje sua rota de fuga. Quando zumbis estão com fome, eles não vão parar até conseguir alimento (ou seja, cérebros), o que significa que você precisa sair rapidamente da cidade! Planeje onde você iria com várias rotas opcionais, todas que sejam rápidas para chegar ao destino, para que assim os comedores de carne não tenha nenhuma chance! Isso também é útil no caso de desastres naturais e você tenha que ir rapidamente para um abrigo.
A CDC DIZ ESTAR PREPARADA.
Se zumbis começarem a percorrer as ruas, o CDC iria conduzir uma investigação como qualquer outra manifestação de doença. O CDC irá prestar assistência técnica aos municípios, estados ou parceiros internacionais que lidassem com uma infestação de zumbis. Essa assistência pode incluir consultas, testes de laboratório e análise, gestão e tratamento de pacientes, rastreamentos de pessoas, e controle de infecção (incluindo o isolamento e a quarentena ).
Em uma investigação neste cenário, pretende-se atingir vários objetivos: determinar a causa da doença, a fonte da infecção / vírus / toxina, aprender como ele é transmitido e como ele facilmente se propaga, como quebrar o ciclo de transmissão e, assim, evitar novos casos, e como os pacientes podem ser melhor tratados. Não só os cientistas irão trabalhar para identificar a causa e a cura da epidemia de zumbis, mas o CDC e outras agências federais enviarão equipes médicas e socorristas para ajudar as pessoas nas áreas afetadas (eu serei voluntario dos jovens detetives da doença inominável para o trabalho de campo).
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Os 13 passos - lenda urbana
Os 13 Passos para o inferno foram localizados no Cemitério de Maltby, em Washington. Costumava haver uma escada que começavam no nível do solo e desciam para a terra. Dizem que os degraus eram de baixo da entrada para a tumba de uma família rica que morou no local.
Segundo a lenda, você tinha que ir ao Cemitério à noite e descer esses 13 degraus. Ao descer as escadas, você não seria capaz de ouvir qualquer coisa. Uma vez que você tinha chegado ao fundo, se você se virar, você seria confrontado por uma visão do inferno.
Dizem que a visão o levaria a loucura. Aqueles que assistiram pessoas que executaram este ritual, disseram que testemunharam a pessoa parar no fundo, virar-se e, em seguida, o colapso de joelhos no horror. Segundo alguns relatos, várias crianças ficaram quase em coma depois da pratica, muitas delas nunca proferiram uma palavra sobre o assunto.
Os 13 passos não existem mais, como a história conta, eles foram demolidos ou preenchido com concreto anos atrás depois de causarem tantos problemas. Desde então, tem havido invasões no cemitério e até mesmo rumores de pessoas que fazem expedições tarde da noite no cemitério Maltby, armados com pás, na esperança de descobrir os 13 passos para o inferno.
“Minha namorada e eu queriamos ver isso por nós mesmos. Você tem que ir até esses treze passos e então você verá uma pequena cadeira. Se você se sentar na cadeira significa automaticamente que você vendeu sua alma ao diabo. Parece realmente assustador. Eu estava na igreja com meu amigo e seu pastor disse que ele foi lá, quando ele tinha 16 anos e foi a pior experiência da sua vida inteira “.
“Um grupo de nós saiu para o cemitério em Maltby. Temos a certeza que chegarmos lá tão perto quanto possível da meia-noite. Após cerca de uma hora procurando no escuro, nós finalmente encontramos. Os 13 passos. À luz do luar, você não podia ver o fundo. Tentamos usar uma lanterna e ainda não conseguimos ver o fundo. Foi assustador e uma das meninas estava tão assustada que não conseguia sequer olhar para baixo na escada. Eu decidi que iria descer os degraus, mas quando eu desci as duas primeiras etapas, comecei a me sentir mal.
Após os próximos dois degraus, eu me senti tonta. Quando cheguei ao sexto passo, estava tão frio que eu mal podia respirar e eu podia ouvir gritos abafados e gemidos. Eu não ia mais longe. Eu não poderia mesmo dar o próximo passo. Quando me virei para subir de volta, eu podia sentir algo empurrando minhas costas e eu não conseguia ver o lado de fora e nem os meus amigos de forma clara. Quando eu finalmente cheguei ao topo da escada, eu ouvi gritos e percebi que vinham de meus amigos.
Eles estavam gritando porque eu tinha desaparecido quando fui para baixo. Eu estava a apenas seis passos de profundidade. Eu não poderia ter saido fora da vista depois de ter ido somente até a metade.Nós estávamos completamente apavorados e saimos de lá o mais rápido possível.Neste dia, de vez em quando, sonho que estou sobre os 13 passos que conduzem ao inferno e eu sempre acordo com medo e suando frio “.
Obs: Existe também um “13 etapas” em Palo no cemitério Pleasant Ridge. Há um conjunto de escadas que levam até o portão do cemitério que tem 12 etapas. Mas à noite, um 13 etapa é dita aparecer.
Caso Poltergeister da família Bell
Os fenômenos a seguir tiveram lugar nos anos 1817 e 1821, num espaço regular anunciado pelo Espírito, sete anos depois em março de 1828.
A Bruxa-Espírito possuía qualidades humanas em seus sentimentos. Tinha um ódio profundo por John Bell, que acabou por morrer, provavelmente como resultado das ações da Bruxa. Interferiu no casamento de Betsy (a filha de John) com Joshua Gardner. Ao mesmo tempo, a Bruxa expressou grande carinho, amor e respeito pela senhora de John Bell, Lucy, a quem o Espírito sempre chamou Luz. As razões pelas quais o Espírito odiava a John Bell e sua oposição pelo casamento de Betsy com Joshua nunca se souberam. Seu amor e afeto a Luz eram talvez, mais fáceis de entender, porquanto Lucy nunca antagonizou ao Espírito e sempre falou com ela amavelmente e de bom coração. No entanto, parecia ter um reconhecimento por parte do Espírito de uma alma mais desenvolvida no corpo de Lucy.
O Espírito disse a verdade em todos os casos. Sempre disse que ia castigar e matar a John Bell, e que ninguém seria capaz de evitá-lo. Disse que Betsy teria que abandonar a idéia de casar-se com Joshua Gardner ou sofrer as conseqüências. Betsy se convenceu finalmente que este era o melhor caminho. O Espírito foi sempre consistente em seu amor e atendimentos para com Luz, em seu respeito por certos membros da familiar e em sua falta de respeito por aqueles que pretenderam saber como livrar-se dela e a quem castigou e aterrorizou até que escaparam da casa dos Bell.
Os acontecimentos começaram entre doze e quinze anos depois que os Bell chegaram a Tennessee. A família estava bem estabelecida e gozando da feliz vida do campo na época. Dois dos filhos, Drewry e Betsy, viram “estranhas criaturas das quais não puderam dar explicação.” Seguindo estas aparições, Betsy viu o que pensou ser uma mulher caminhando ao redor da via. A aparição desapareceu depois que Betsy lhe falou. Cedo a família começou a escutar estranhos ruídos na casa como se alguém golpeasse nas portas e janelas, também como asas batendo contra os telhados. A causa dos ruídos não pôde ser encontrada.
Os ruídos se fizeram mais fortes na casa. “Os sons nos dormitórios pareciam como se as camas fossem separadas de repente e violentamente, ao qual se agregavam os rosnados de cachorros brigando enquanto estavam acorrentados juntos, fazendo um ruído ensurdecedor e excitante.” Os ruídos cessavam quando se acendiam as luzes. Tudo estava em ordem, os móveis intactos. Charles Bailey Bell, M.D. escreveu: “Estas leves demonstrações continuaram por um ano ou mais, crescendo até que a casa tremia como numa tormenta e os ruídos se escutavam a uma distância considerável.”
Por então, John Bell desenvolveu uma doença que afetou sua língua e os músculos de suas mandíbulas, tinha dificuldade em mastigar e engolir. Ainda que estes problemas fossem atribuídos ao Espírito, eles podam ser causados pelo próprio sistema nervoso de Mr. Bell. Ele então pensou que era hora de procurar ajuda entre seus melhores amigos, quem quiçá pudessem ajudá-lo a resolver seus problemas. Um deles, James Johnston, foi chamado para passar a noite na casa. Johnston e sua esposa responderam ao chamado, Mr. Johnston, “bem conhecido por sua coragem e cristandade, leu um capítulo da Bíblia e rezou por seus amigos, depois do qual ele e sua esposa se retiraram a seu quarto, contíguo à de Betsy. Imediatamente depois, “ruídos jamais ouvidos, antes começaram piores que nunca, invadindo o quarto dos Johnston; os cobertores foram tiradas violentamente da cama, ao mesmo tempo em que risos em tom de mofa se escutavam fortemente, causando pânico no casal Johnston. Todas as perguntas e demandas de explicação ficaram sem resposta, exceto pelas ruidosas risadas.”
Seguindo o conselho de Mr. Johston, um seleto número de bons amigos de Mr. Bell vieram ajudá-lo, tratando de induzir ao Espírito a que dissesse qual era o significado de sua presença e a deixar à família em paz desse momento em adiante, amigos e visitantes estiveram presentes na casa quase todo momento até que o Espírito se foi. Os fenômenos que se descrevem a seguir foram presenciados por muitas testemunhas de coragem e bem conhecidos por sua honestidade.
A seguinte passagem na narrativa do Dr. C. B. Bell persiste em minha memória e continua assombrando-me. “Depois de várias noites (depois da visita dos Johston) o Espírito começou a falar voluntariamente pela primeira vez, como em sussurros. A primeira palestra real foi uma repetição da prece e canção de Mr. Johnston durante a primeira noite em casa dos Bell. A imitação foi tão exata, tanto na repetição como no som da voz, que se disse que não se podia distinguir da voz de Mr.Johnston. Isto adiciona pelo menos dois mistérios às habilidades deste espírito, como podia recordar perfeitamente e como podia dizê-lo de maneira que não se podia distinguir da manifestação real de Mr.Johnston? O Espírito se apoderou do lar dos Bell e jogou de hóspede dos vizinhos e gente dos arredores que vinham atraídos pela crescente fama e reputação do espírito.
Assumindo um caráter piedoso, encantava-lhe falar de religião e citar as Escrituras com absoluta precisão, nenhum pastor visitante podia argumentar com sucesso com o Espírito, quem com freqüência corrigia as interpretações do significado das Escrituras, e às vezes as diferenças entre várias traduções, indicando as que pensava eram corretas. Quanto a cantar, o Espírito cantava canções que nunca tinham sido escutadas e que os presentes não esqueceram nunca. O Espírito começou a observar todos os acontecimentos que ocorriam na comunidade. “Nada podia dizer-se nem fazer-se que o Espírito não soubesse e contasse de maneira que todo mundo se inteirasse por todos os arredores. Com semelhante espionagem a comunidade se converteu rapidamente num modelo em tudo o que concerne a bons cidadãos. O Espírito podia também ler os pensamentos diabólicos de alguns visitantes dos Bell.
Para esse então vinham gentes que viajavam centenas de milhas a cavalo ou em carretas cobertas para presenciar as façanhas do Espírito. Os Bells nunca cobraram nada pela comida ou por dormir na casa, sempre que tivesse lugar. Alguns traziam carpas e se ficavam tanto quanto o fosse necessário para satisfazer sua curiosidade. Os Bells nunca cessavam de perguntar ao Espírito o que significava sua presença e que era o que realmente queria. Ao fim deu uma resposta: “Sou um Espírito, faz muito era feliz, mas fui molestado.” A voz era clara e foi entendida por todos os presentes.” Agregou que permaneceria ali e continuaria inquietando a John Bell, até matá-lo. John foi castigado severamente com golpes e “outros métodos físicos.” Alguns dos garotos também foram castigados torcendo-lhes o cabelo, ou esbofeteados, “deixando-lhes marcas vermelhas de dedos em suas caras.”
Um domingo à noite, o Espírito repetiu o sermão do Reverendo James Gunn, pregado na Igreja Metodista de Bethel, com perfeita precisão e imitando a voz do Rev. Gunn tão bem que os presentes creram que era o Reverendo quem falava. Mister Gunn estava presente, bem como outro pastor, o Rev. Sugg Fort. Um dos presentes disse, “Irmão Fort, você tem a vantagem, seu sermão não foi escutado.” O Espírito imediatamente repetiu o sermão e as preces em sua própria voz e exatas palavras, incluindo os hinos e outros detalhes ante a admiração de todos os presentes. Um visitante inglês, cujo nome não se menciona, vinha com o propósito, expressado somente a John (filho), de resolver o mistério. Durante seu estada, que se estendeu vários meses, o Espírito executou extraordinárias proezas que “deveriam satisfazer ao mais cético, dos poderes absolutamente sobrenaturais despregados.”
Durante o tempo de seu estada na casa dos Bells, o Espírito manteve ao inglês informado das atividades em sua casa na Inglaterra. A informação transmitida pelo Espírito foi sempre corroborada nas cartas recebidas posteriormente. Às muitas demonstrações dadas pelo Espírito, agregou-se uma última. O Espírito perguntou ao cavalheiro que mensagem queria enviar a seu lar, algo que não tinha sucedido nunca. O inglês disse: “Conte-lhes que em minha opinião, nunca desde que o mundo foi criado, os homens viram nem ouvido as coisas maravilhosas de que eu fui testemunha nos últimos três meses.” Três horas mais tarde, o Espírito regressou e, imitando as vozes do irmão e da mãe do cavaleiro, repetiu o que disseram depois de escutar ao Espírito falar. Então, imitando a voz da mãe, disse: “Diga-lhe que não se fique ali um dia mais; já viu e ouviu suficiente, e nós não queremos mais visitas como esta aqui.” Depois de chegar de volta a seu lar, o cavaleiro escreveu a John dizendo que tudo o que tinha sido dito era correto.
Em várias oportunidades o Espírito despregou uma força tremenda. Um dos melhores amigos de John (filho), Frank Milles, era um dos homens mais fortes do lugar. Media 1,84 mts. de altura e pesava 113 kgs., e a força de suas mãos era tão grande que podia “quebrar os ossos de qualquer homem comum.” A intenção de Frank era apanhar à Bruxa com suas mãos e destroçá-la. Para conseguir seu objetivo, Frank se ficava com freqüência a passar a noite na casa. Mr. Milles contou que em noites de muito frio, “todas as cobertas eram prontamente atiradas da cama; as cobertas que agarrava em suas mãos eram destroçadas, deixando-lhe nas mãos só pequenos bocados.” Em duas oportunidades o colchão foi removido para debaixo de seu corpo, e sua cama empurrada ao outro lado do quarto. Frank não pôde agarrar ao Espírito, Mas disse que sentiu “os mais fortes golpes na cabeça e na cara que tinha experimentado em sua vida.” O Espírito ria em todo momento, ao mesmo tempo em que dizia: “… seguramente ele é um homem forte, mas nada perigoso numa briga com um espírito.”
Os escravos de John Bell tiveram vários encontros bem mais desagradáveis com o Espírito. Harry, um homem jovem, estava a cargo de acender os fogos pela manhã. Depois de várias manhãs de chegando tarde, se lhe disse que devia estar pronto mais cedo. No dia seguinte, chegou tarde de novo. Enquanto estava de joelhos tratando de fazer prender os carvões, “de repente bocados da madeira que usava começaram a golpeá-lo por todo o corpo; finalmente foi arrojado sobre uma cadeira e recebeu uma surra tão violenta que os golpes se ouviram por toda a casa.” Enquanto era golpeado sem piedade, gritava e pedia que lhe perdoassem a vida. O Espírito finalmente parou e disse a Harry que se chegava tarde outra vez, ia-o a golpear até matá-lo e então o atiraria ao fogo. Harry não chegou tarde nunca mais.
O Espírito foi sempre amável com Mrs.Bell. Lucy e suas vizinhas participavam em estudos bíblicos, e em discussões de assuntos da Igreja. O Espírito “sempre tomava parte e quando se serviam refrigerantes, sempre trouxe frutas que não se sabiam de onde proviam, mas que caíam sobre a mesa ou nas saias com o convite a que as comessem.
O General Jackson, quem estava destinado a ser o sétimo presidente dos Estados Unidos (1829-1837), é nomeado nas memórias de Betsy sobre as façanhas do Espírito. O General conhecia a John (filho), e seguramente tinha ouvido a respeito dos acontecimentos na casa dos Bells. A data de seu encontro com o Espírito não é precisa. De minhas investigações sobre os movimentos do General Jackson em Tennessee, deduzo que a visita à casa de John Bell teve lugar em outubro-novembro de 1818. Miller diz, “anos depois de seu famoso duelo com Dickerson (sic) cerca de Adairville, Kentucky, o general Andrew Jackson percorreu um trecho da mesma rota em seu trajeto a Robertson County para satisfazer sua curiosidade a respeito do que havia ouvido da Bruxa dos Bell.” A ele acompanharam vários ginetes e um carro pequeno com quatro cavalos, cheio de provisões e carpas, preparados para passar uma semana. Quando estavam a uns quinhentos metros da casa, e sobre um caminho plano, um membro do.grupo, expressou-se depreciativamente da Bruxa. Instantaneamente as rodas do carro se negaram a mover-se. O motorista gritava, acossava e dava chicotadas aos cavalos, mas os poderosos animais pareciam sem forças para mover as rodas. Depois de preocupar-se por vários minutos, uma voz metálica, cortante, se ouviu: “Muito bem, General, que o carro se mova. O verei de novo esta noite.” E cumpriu a promessa.
A Bruxa atuou com todas suas forças, cantando, amaldiçoando, tirando as cobertas das camas, esbofeteando e beliscando à formosa Betsy Bell, até que chorava de dor. A figura de Jackson não fechou os olhos essa noite, e quando chegou a manhã, todos estavam prontos para ir-se a suas casas, sem sequer pensar em armar as carpas. Os amigos de Nashville, conhecendo as intenções do General por sua viagem, e sabendo de seu ceticismo a respeito da existência da assim chamada Bruxa se surpreenderam de vê-lo chegar tão cedo de regresso, e começaram a perguntar-lhe, que tinha visto ou ouvido na casa de John Bell. Ao qual o General contestou: “Pelo eterno, não vi nada, mas escutei suficiente para convencer-me de que prefiro brigar contra os ingleses antes que lidar com esse tormento que chamam a Bruxa dos Bell.”
Nas memórias de Betsy, outros detalhes da visita do General Jackson foram descritos. Entre os acompanhantes de Jackson, tinha um homem que se dizia um real domador de bruxas, e pensava que nenhuma bruxa apareceria enquanto ele estivesse presente. Tinha carregado sua pistola com uma bala de prata com a qual esperava matar à Bruxa e começou a desafiá-la a que se fizesse presente. Como a Bruxa não aparecia, o General se sentia impaciente quando, de repente, o fanfarrão saltou de sua cadeira, a tempo de tomara parte traseira de suas calças e gritar: “Meninos estão fincando-me com mil agulhas.” Uma voz lhe disse, “estou na tua frente, atira.” O homem sacou sua pistola e tratou de dispará-la, mas a pistola não respondeu. Então o Espírito começou a bater em seu nariz tão fortemente, que ele pensou que o arrancaria. Saiu correndo a toda velocidade para a charrete, gritando constantemente, enquanto o General Jackson ria e dizia a John Bell que nunca tinha visto algo tão cômico e misterioso e que desejava ficar-se uma semana, ao qual o convidou, por suposto. John (filho) viu ao General Jackson várias vezes durante os anos que seguiram a sua visita, mas como era seu costume, nunca menciona a visita do General.
O ataque final a John Bell começou na manhã do dia 20 de outubro de 1820. Algo sucedeu enquanto John e seu filho Richard Williams estavam no pátio dos porcos, várias quadras da casa. Nos termos de John (filho), “quando regressaram à casa, ajudei a meu pai a pôr-se em cama; os cordões de seus sapatos estavam cortados, seus pés tinham cortes que sangravam, sua cara estava azul como se o tivessem golpeado, seus olhos estavam vermelhos e chorosos, como se tivesse recebido topadas em ambos olhos e ao redor da cabeça.”
John Bell nunca se recuperou depois de semelhante castigo. Seus doutores receitaram remédios a respeito das quais o Espírito repetia que eram sem valor, e que John ia morrer e que ele era a causa de sua morte. Na manhã do 19 de dezembro, se o descobriu sem consciência. O doutor George Hopson, quem atendia a Mr. Bell, foi chamado e chegou em menos de duas horas. Quando John (filho) procurou os três remédios que tinha sido dando a seu pai, não os encontrou e em seu lugar achou uma garrafa escura que continha um líquido marrom que nenhum de nós tinha visto antes. Frank Miles, John Johnston e Alex Gunn olharam a garrafa atenciosamentee. Frank tinha visto todos os remédios que se tinham dado a Mr.Bell, e imediatamente disse: “A maldita Bruxa fez isto.” Então se ouviu a voz do Espírito, dizendo com grande satisfação: “Que nunca se duvide. Eu o fiz.” Agregou que tinha dado a John uma dose suficiente para matá-lo. Quando o Dr. Hopson chegou, disse que não sabia desta garrafa, e sugeriu tratá-la com um gato. Alex Gunn tomou um dos gatos, e mantendo sua boca aberta, fez que John (filho), fizesse-lhe engolir um pouco do remédio. O gato cedo começou a ter convulsões e morreu.
John Bell nunca recuperou sua consciência. O fim chegou na manhã do 20 de dezembro de 1820. “O Espírito falou como se se alegrasse da cena da morte de meu pai -declara John Bell (filho). Ria-se e cantava e nos disse que estaria no funeral, e então se calou.” Antes de ir-se, o Espírito conversou várias vezes com John (filho) e deu outra demonstração de controle de forças materiais. Produziu impressões na neve que se ajustavam exatamente às velhas botas de John Bell. Uma noite, enquanto a família estava sentada ao redor do fogo depois do jantar, uma bola como as de canhão caiu pela chaminé e rodou pelo quarto explodindo como uma bomba de fumaça. O Espírito disse então: “Me vou, e estarei longe sete anos. Adeus a todos.”
De acordo às memórias de John Bell (filho), o Espírito regressou em março de 1828, e sem nenhuns preliminares começou a falar com uma voz que ele reconheceu imediatamente. O Espírito deu longas palestras sobre problemas religiosos, filosóficos, e ainda políticos em relação com o futuro dos Estados Unidos. Estas palestras nunca se fizeram públicas.
Que temos que aprender de um exame do caso do Espírito dos Bell? Para contestar esta pergunta teríamos que examinar os achados experimentais e teóricos da investigação psicocinética (PK). O leitor interessado deve conferir a bibliografia ao final deste artigo. O caso da Bruxa-Espírito dos Bell não enquadra em nenhuma teoria. O Espírito demonstrou um controle absoluto da clarividência, telepatia e PK. Cada vez que vemos a exposição de grande força na produção de fenômenos físicos, perguntamo-nos de onde provem a energia necessária para produzi-los. O Espírito dos Bell deteve os cavalos do General Jackson, bateu a um homem poderoso e a vários escravos, produziu vozes diretas, fez aportes de comida e produziu o veneno para matar a John Bell. Como fez tudo isto? Em sua avaliação das teorias da PK, D.Scott Rogo concluiu:
“Penso que nunca entenderemos a PK se continuamos crendo que há só um tipo de PK comum a toda a vida biológica. Estou de acordo. Isto precisa estender-se à PK humana e a PK espiritual ou de guias. Segundo meus experimentos na Argentina e Estados Unidos, a energia ao alcance humano é limitada, enquanto espíritos têm acesso a energias sem limite. Quiçá uma das razões pelas quais a parapsicologia avança tão lentamente é que abandonou o estudo dos grandes fenômenos como a levitação, os aportes, os poltergeists, por experimentos de laboratório de tipo estatístico os quais somente repetem o que já sabemos de longo tempo. Devemos persistir. Devemos golpear as paredes de cientistas que não prestam atenção até que compreendam que um verdadeiro novo mundo está esperando ser descoberto e aberto para nossos filhos e netos, se pomos o mesmo esforço que usamos em física, biologia, ou química. A ciência só se preocupa das necessidades desta vida, deixando as preocupações de uma vida depois da morte à religião ou a metafísica. A única ciência que pode servir de ponte entre uma ciência materialista e a vida espiritual é a parapsicologia.
Quando ensinamos um curso introdutório de parapsicologia na Universidade de Minnesota, Minneápolis, provamos que é possível combinar o conhecimento e os métodos das ciências físicas com os fatos colecionados pelos parapsicólogos, historiadores de várias religiões, psicólogos, psiquiatras, e ainda físicos e matemáticos. Depois de ensinar a respeito destes notáveis fenômenos psíquicos ao mais alto nível científico e crítico por três anos, a Universidade nos negou apoio material, e nos vimos forçados a seguir outros caminhos.
Se uma máquina destinada a romper átomos em partes cada vez menores custa dez mil milhões de dólares, e se o desenvolvimento de um novo bombardeiro custa mais de setenta mil milhões de dólares, quanto deveríamos investir em projetos dirigidos a estabelecer a realidade do alma, da vida espiritual, ou dos fenômenos psíquicos? Eu diria que isto vale tudo o mais acima e ainda mais. Com os cem milhões de dólares que recentemente se pagaram por duas pinturas impressionistas, nós poderíamos fazer investigações que teriam real significado para a humanidade. Enquanto, laboratórios importantes na investigação parapsicológica, dirigidos pelos mais distintos pesquisadores que produzimos nos últimos trinta anos, estão fechando as portas por falta de fundos. Espero que todos aqueles leitores que estejam de acordo comigo alcem suas vozes, escrevam aos membros do Congresso, ao Presidente da República, às fundações, aos milionários, de maneira que podamos trabalhar nestas investigações que são realmente importantes e pertinentes para todos os seres humanos.
Carrington e Fodor (1953), Owen (1964), e Rogo (1979, 1980) assinalaram que Betsy Bell poderia ser a causa do poltergeist dos Bell. A razão para castigar e matar a John Bell seria abuso sexual. Uma vingança continuada por tanto tempo é única. Se a intenção era matar a seu pai, Betsy poderia tê-lo fato muito mais rápido e sem a complicação de muitas testemunhas. A fraude é sempre uma possibilidade, mas isto teria requerido a colaboração de muitos cúmplices. Duvido que Betsy Bell tivesse pedido aos escravos que castigassem a si mesmos, e que o homem forte pretendesse que o Espírito o castigasse, e arrumar a pistola para que não disparasse, que o cocheiro do General Jackson fizesse deter aos cavalos apesar dos gritos e chicotadas, etc.
Leviatã
Leviatã é um tipo de demônio associado a terríveis destruições na natureza, principalmente no mar, ele apareceu a primeira vez no Livro de Jó, capítulo 41 como um monstro aquático ou um grande dragão do abismo das águas que também pode se fundir com as piores bestas.
Foi considerado pela Igreja Católica como o quinto pecado (Inveja) e como uns dos 7 príncipes infernais.
O Livro de Jó, capítulos 40 e 41, aponta a imagem mais impressionante do Leviatã, descrevendo-o como o maior (ou o mais poderoso) dos monstros aquáticos. No diálogo entre Deus e Jó, o primeiro procede a uma série de indagações que revelam as características do monstro, tais como “ninguém é bastante ousado para provocá-lo; quem o resistiria face a face? Quem pôde afrontá-lo e sair com vida debaixo de toda a extensão do céu? ….Quem lhe abriu os dois batentes da goela, em que seus dentes fazem reinar o terror?…… Quando se levanta, tremem as ondas do mar, as vagas do mar se afastam. Se uma espada o toca, ela não resiste, nem a lança, nem a azagaia, nem o dardo. O ferro para ele é palha, o bronze pau podre” (Bíblia Sagrada, 1957: 656). Ao lado do Leviatã, no capítulo 40 do livro de Jó, aparece o Behemoth, vigoroso e musculoso animal terrestre, “sua força reside nos rins e seu vigor no músculo do ventre. Levanta sua cauda como (um ramo) de cedro, os nervos de suas coxas são entrelaçados; seus ossos são tubos de bronze, sua estrutura é feita de barras de ferro” (Bíblia Sagrada, 1957: 654). Na bíblia também fala que Deus enviara Behemoth para matar Leviatã. Eles terão uma grande batalha, onde os dois morreriam, mas Behemoth sairia vitorioso por cumprir sua missão.
Conforme Jó 41:18-21, muitos também acreditam que o Leviatã pode ter sido um dragão:
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai fogo escarlate.
Algumas pessoas acredita que ocorreu no japão (tsunami) foi obra do Leviatã, e que o fim do mundo esta próximo… Para o Apocalipse…
Foi considerado pela Igreja Católica como o quinto pecado (Inveja) e como uns dos 7 príncipes infernais.
O Livro de Jó, capítulos 40 e 41, aponta a imagem mais impressionante do Leviatã, descrevendo-o como o maior (ou o mais poderoso) dos monstros aquáticos. No diálogo entre Deus e Jó, o primeiro procede a uma série de indagações que revelam as características do monstro, tais como “ninguém é bastante ousado para provocá-lo; quem o resistiria face a face? Quem pôde afrontá-lo e sair com vida debaixo de toda a extensão do céu? ….Quem lhe abriu os dois batentes da goela, em que seus dentes fazem reinar o terror?…… Quando se levanta, tremem as ondas do mar, as vagas do mar se afastam. Se uma espada o toca, ela não resiste, nem a lança, nem a azagaia, nem o dardo. O ferro para ele é palha, o bronze pau podre” (Bíblia Sagrada, 1957: 656). Ao lado do Leviatã, no capítulo 40 do livro de Jó, aparece o Behemoth, vigoroso e musculoso animal terrestre, “sua força reside nos rins e seu vigor no músculo do ventre. Levanta sua cauda como (um ramo) de cedro, os nervos de suas coxas são entrelaçados; seus ossos são tubos de bronze, sua estrutura é feita de barras de ferro” (Bíblia Sagrada, 1957: 654). Na bíblia também fala que Deus enviara Behemoth para matar Leviatã. Eles terão uma grande batalha, onde os dois morreriam, mas Behemoth sairia vitorioso por cumprir sua missão.
Conforme Jó 41:18-21, muitos também acreditam que o Leviatã pode ter sido um dragão:
18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai fogo escarlate.
Algumas pessoas acredita que ocorreu no japão (tsunami) foi obra do Leviatã, e que o fim do mundo esta próximo… Para o Apocalipse…
O fantasma que veio assombrar o natal
O frio já se fazia sentir, a cabana estava já apinhada de toros de madeira grossa, lá fora já caia a primeira neve, lenta, branca, fofa e aprumada, as crianças já estavam em altos alaridos, vestindo casacos e querendo brincar na neve.
Era a primeira vez que iam passar o Natal na montanha, férias e fins de semana, já tinham passado, mas ficarem isolados por dois meses na montanha era a primeira vez. A babá também veio conosco, foi muito trabalhoso, compras, encher arcas, transportar gasóleo para o gerador, bem melhor nem falar.
Meu marido tirou férias, quis também ficar mais uns tempos com os filhos, eu apenas tinha que escrever um livro sobre a minha infância, tinha apenas dois meses nada mais. Apertado, mas com toda aquela ajuda também não seria impossível, eram três meninas, de idades diferentes, muito barulhentas.
Mais dois dias e já tido estaria coberto de neve sem poder ter mais contacto com a civilização, apenas os telefones e o radio, logo ficaria sem net e claro que seria mais difícil entreter as crianças por ali.
O meu livro já estava no meio, escrevia sem parar, o meu marido fazia as refeições e a babá era de grande ajuda por ali, sempre estavam ligadas as crianças, quase que nunca me incomodavam. Estava eu distraída olhando pela janela os vendo, brincando e rindo, atirando bolas de neve uns para os outros, algo chamou atenção no final do jardim, via uma sombra gigante se movendo, parecendo querer estar escondida de todos ali, apenas observando.
Senti calafrios, algo estava errado ali, levantei-me e sai para chamá-los para dentro, claro que fizeram caras feias e ficaram mal humorados comigo. Meu marido puxou o casaco e exclamou:
- É sempre a mesma, além de estares sempre ocupada e nunca teres tempo para nós cortas o barato da brincadeira com as nossas crianças.
Abanei a cabeça, sem falar no que tinha visto e que estava muito preocupada com tudo isso. Passei a estar mais atenta no dias seguintes, mas nada vi de estranho, meu coração foi sossegando aos poucos, afinal eu devia ter visto mal.
Dezembro já estava correndo rápido, as meninas andavam numa alegria descomunal, estavam preparando os enfeites do Natal, era dentro e fora da casa, que alegria era agradável de ver. Desliguei-me e contagiada os fui ajudar estivemos o dia todo, mas no final valeu a pena,quando ligamos as luzes, tudo estava lindo, parecia um quadro natalício, lindo demais.
Aquele dia foi mesmo muito especial, ela trouxe a memórias lindas lembranças do passado, dos seus natais passados. Já estavam todos dormindo, quando de repente são acordados pelo grande estrondo na sala, todos se levantam e descem as escadas e são surpreendidos com algazarra que seus olhos vêem tudo destruído, tudo não sobrou nada ali.
Estranho, a porta estava trancada. A babá corre levando as crianças para o quarto, perguntas e mais perguntas sem resposta. Sem saber o que pensar eu e o meu marido sentamos no sofá em frente da lareira que estava quase apagado, de repente ele reacende como por artes mágicas.
Olhando meio atônicos sem saber o que pensar, nós vemos uma figura sinistra na chama da lareira, horrenda e rindo, articulando gestos de muito zangado. Nisto as bolas disparavam do chão da sala como por artes mágicas no ar, tentando nos acertar, escutamos uma voz distorcida, falando:
- Vão embora daqui, vão antes que seja tarde demais…
Levantamos e corremos para as escadas, temendo de medo, estávamos assustados por demais, que fazer naquela hora. Como poderíamos cuidar da nossa família se não tínhamos ninguém, estávamos isolados, ali, nem telefone, mas quem sabe se amanha o radio volta a funcionar, pensando em mais uma noite naquele lugar.
O vento estava forte, batia sem parar nos vidros, as sombras sinistras das arvores pareciam ameaçar, juntamente com o fantasma que estava ali, habitando conosco, sem conseguir dormir, sentada na cama, minha mente estava fervilhando em idéias para ir embora dali o mais rápido possível.
O dia amanhecia ainda mais cinzento que a noite, uma grande tempestade estava vindo para a montanha, sinal de grandes complicações, sem sinal de radio e nem como sair dali. Levantamos cedo e descemos para arrumar a sala para que as crianças sentissem menos medo, fui preparar o pequeno almoço para as crianças, fiz tudo o que elas gostavam tudo mesmo.
Tentamos não passar as nossas preocupações, a tempestade veio com tudo, um forte nevado cobriu a montanha como nunca antes sido visto, queríamos abrir a porta, não conseguíamos, a neve impedia, pelo grande volume.
Meu marido conseguiu sair pela janela e limpar algumas partes para que pudéssemos buscar lenha e ligar o gerador e claro buscar mantimentos na cabana do lado, as meninas estavam alegres já nem se lembravam da noite anterior, mas as ter presas por casa era complicado, descobriram o sótão, subiram e tinha tantas coisas antigas ali guardadas.
Todas elas brincaram por ali, Joana a mais velha descobriu um baú que não era fácil de abrir, foi buscar uma alavanca e forçou a fechadura e lá conseguiu.
Tinha montes de fotos, um lindo álbum bem conservado ainda, vestes de um homem, de muita elegância, óculos, canetas de tinta, tinteiros, anotações e outras coisas mais, tudo era estranho parecia que estavam descobrindo uma nova vida, remexendo mais no fundo encontram uma foto muito bem embrulhada com um laço rosa já descolorido. Era a foto de um casal muito elegante, atrás da foto, estava uma dedicatória de amor do senhor para sua esposa, seu nome era Benedito Ventura, mais no fundo estava uma fila de livros muito bem alinhados e conservados, pegaram neles e viram que ele era o autor dos livros.
Correndo pelas escadas fora Joana gritava:
- Mamã, olha o que eu encontrei aqui, ele também escrevia como tu, olhas, para esta linda foto deles aqui.
Olho com alguma curiosidade e qual é o meu espanto que é a foto dos meus visa vós, apenas existia uma na casa de meu tio, única, pois todas foram destruídas pelo incêndio, mas como esta foto veio parar aqui? Pensava eu. Meus olhos encheram-se de lágrimas, pedi que me levassem ao sótão onde estava tudo guardado, remexi em apontamentos e descobri que eram do meu visa avó, mas como se ele morreu no incêndio? Era tudo muito estranho ali. Peguei nos apontamentos todos e trouxe comigo e alguns livros, li coisas intimas do amor exagerado dele com a minha visa avó, mas o que iria me chocar mais ainda é que ele é que incendiou a casa por ciúmes e ela morreu queimada.
Se for assim, ele conseguiu fugir, mas quem era o corpo dentro da casa e lendo as anotações descobre que ele leva um sem abrigo e o embebeda, deixando-o lá dentro morrendo com a, visa avó se fazendo passar por ele.
Seu passado remexeu com a sua mente, memórias tristes assolaram sua cabeça, seus pais já tinham partido, sua mãe iria ficar tão feliz por ver aquele álbum, de repente a Joana dá um grito:
- Mamã olha esta foto pareces mesmo tu, igualzinha a ti.
Olhei a foto e era minha cara, apenas a preto e branco, mas era a minha cara. Meu marido se assustou com a semelhança da foto e franziu sua sobrancelha, acho que lhe li o pensamento.
Se eu era a cara dela o fantasma só podia ser o visa avô, se ele queria tanto mal e era tão mau que ele nos iria fazer?
Afinal o segredo foi desvendado ali, o visa avó nunca foi lá muito boa pessoa, mas sim muito mau tão mau ao ponto de matar como nas suas tramas policiais. Eu estava estarrecida com este segredo, por demais, mesmo, sem saber o que pensar e fazer. As meninas enchiam-nos de perguntas e voltar ao passado estava sendo penoso demais, era uma maldade sem limites forjar a sua própria morte e se manter escondido anos e anos a fio.
Não tinha cabeça para escrever, fui deitar um pouco, adormeci por segundos e vi todo aquele horror, a casa queimando, ela pedindo socorro e ele de fora rindo, rindo diabolicamente. Acordo assustada, não era um sonho, mas um pesadelo real, ele estava ali de frente a sua cama. Olhando-me, com olhar maligno, de vingança e escuto suas palavras:
- Maldita, vieste para me assombrares, maldita sejas tu que vieste me tirar o sossego aqui, eu te matei e tu voltaste de novo.
Por momentos eu queria fugir, o quarto estava gelado, sombrio, silencioso, queria dizer que não era ela, mas a minha voz não saia, ele olhava-me com maldade, quase podia ver o que ele estava pensando na sua vingança.
Ele grita e tudo sai dos lugares, minha cama gira em volta do quarto, escuto tentarem abrir a minha porta sem conseguirem, ele grita:
- Vais arder aqui hoje comigo, vou pegar fogo a tudo isto aqui, ninguém vai descobrir o meu segredo, maldita sejas tu que vais comigo para o fogo do inferno.
Eu estava suspensa no ar a cama girava a volta do quarto, o medo gelava as minhas veias, sabia que ia morrer, apenas pensava nas minhas filhas e num ato de desespero, consigo gritar:
- Saiam da casa rápido, saiam, leva as meninas daqui, ele nos vai matar a todos, saiam, vão embora.
Algo já estava queimando, o tapete já estavam ardendo, as cortinas também, todos corriam para o andar de baixo, as chamas eram intensas, queriam abrir as portas e não conseguiam alguém atira com uma cadeira e parte os vidros da frente da porta, saem todos por ali.
Já todos fora, as crianças chorando, chamando por mim, eu ainda lutava apesar das chamas, ele estava olhando, rindo, divertindo, a cama já tinha parado de rodar, eu já estava mais segura do meu corpo, olhei para o lado, estava uma bíblia na cabeceira da cama, estiquei as mãos e alcancei-a, ele tentou evitar mas não conseguiu.
Ficou um silencio mortal, apenas escutava o crepitar do fogo, o fumo já me deixava tonta, ele ainda ria chegando para perto de mim.
Olhei para a janela, estava tão perto, rezei a Deus e pedi que eu voltasse a ver as meninas de novo, agarrada a bíblia, rompo a janela e atiro-me para o jardim. Sinto vidros entrando em mim, o corpo caiu, senti uma dor latejante no joelho, todo o meu corpo doía, tentei levantar para onde escutava gritos e vozes.
Arrastando-me pela neve sentia que a dor era menor que a minha vontade de viver e voltar a ver as minhas filhas, a casa ardia toda, vejo a minha família, eles ainda nem me viram, escuto as meninas chorando por mim. Gritei:
- Estou aqui, ajudem-me!
Felizes, meu marido, a babá e as minhas filhas correm ao meu alcance, nem eu mesmo sabia como tinha ido parar ali, não sabia mesmo, sabia como tinha conseguido, mas aquela bíblia me salvou, pois nunca tinha tido fé na minha vida e ela me salvou. Agora já podia escrever a minha verdadeira história.
Era a primeira vez que iam passar o Natal na montanha, férias e fins de semana, já tinham passado, mas ficarem isolados por dois meses na montanha era a primeira vez. A babá também veio conosco, foi muito trabalhoso, compras, encher arcas, transportar gasóleo para o gerador, bem melhor nem falar.
Meu marido tirou férias, quis também ficar mais uns tempos com os filhos, eu apenas tinha que escrever um livro sobre a minha infância, tinha apenas dois meses nada mais. Apertado, mas com toda aquela ajuda também não seria impossível, eram três meninas, de idades diferentes, muito barulhentas.
Mais dois dias e já tido estaria coberto de neve sem poder ter mais contacto com a civilização, apenas os telefones e o radio, logo ficaria sem net e claro que seria mais difícil entreter as crianças por ali.
O meu livro já estava no meio, escrevia sem parar, o meu marido fazia as refeições e a babá era de grande ajuda por ali, sempre estavam ligadas as crianças, quase que nunca me incomodavam. Estava eu distraída olhando pela janela os vendo, brincando e rindo, atirando bolas de neve uns para os outros, algo chamou atenção no final do jardim, via uma sombra gigante se movendo, parecendo querer estar escondida de todos ali, apenas observando.
Senti calafrios, algo estava errado ali, levantei-me e sai para chamá-los para dentro, claro que fizeram caras feias e ficaram mal humorados comigo. Meu marido puxou o casaco e exclamou:
- É sempre a mesma, além de estares sempre ocupada e nunca teres tempo para nós cortas o barato da brincadeira com as nossas crianças.
Abanei a cabeça, sem falar no que tinha visto e que estava muito preocupada com tudo isso. Passei a estar mais atenta no dias seguintes, mas nada vi de estranho, meu coração foi sossegando aos poucos, afinal eu devia ter visto mal.
Dezembro já estava correndo rápido, as meninas andavam numa alegria descomunal, estavam preparando os enfeites do Natal, era dentro e fora da casa, que alegria era agradável de ver. Desliguei-me e contagiada os fui ajudar estivemos o dia todo, mas no final valeu a pena,quando ligamos as luzes, tudo estava lindo, parecia um quadro natalício, lindo demais.
Aquele dia foi mesmo muito especial, ela trouxe a memórias lindas lembranças do passado, dos seus natais passados. Já estavam todos dormindo, quando de repente são acordados pelo grande estrondo na sala, todos se levantam e descem as escadas e são surpreendidos com algazarra que seus olhos vêem tudo destruído, tudo não sobrou nada ali.
Estranho, a porta estava trancada. A babá corre levando as crianças para o quarto, perguntas e mais perguntas sem resposta. Sem saber o que pensar eu e o meu marido sentamos no sofá em frente da lareira que estava quase apagado, de repente ele reacende como por artes mágicas.
Olhando meio atônicos sem saber o que pensar, nós vemos uma figura sinistra na chama da lareira, horrenda e rindo, articulando gestos de muito zangado. Nisto as bolas disparavam do chão da sala como por artes mágicas no ar, tentando nos acertar, escutamos uma voz distorcida, falando:
- Vão embora daqui, vão antes que seja tarde demais…
Levantamos e corremos para as escadas, temendo de medo, estávamos assustados por demais, que fazer naquela hora. Como poderíamos cuidar da nossa família se não tínhamos ninguém, estávamos isolados, ali, nem telefone, mas quem sabe se amanha o radio volta a funcionar, pensando em mais uma noite naquele lugar.
O vento estava forte, batia sem parar nos vidros, as sombras sinistras das arvores pareciam ameaçar, juntamente com o fantasma que estava ali, habitando conosco, sem conseguir dormir, sentada na cama, minha mente estava fervilhando em idéias para ir embora dali o mais rápido possível.
O dia amanhecia ainda mais cinzento que a noite, uma grande tempestade estava vindo para a montanha, sinal de grandes complicações, sem sinal de radio e nem como sair dali. Levantamos cedo e descemos para arrumar a sala para que as crianças sentissem menos medo, fui preparar o pequeno almoço para as crianças, fiz tudo o que elas gostavam tudo mesmo.
Tentamos não passar as nossas preocupações, a tempestade veio com tudo, um forte nevado cobriu a montanha como nunca antes sido visto, queríamos abrir a porta, não conseguíamos, a neve impedia, pelo grande volume.
Meu marido conseguiu sair pela janela e limpar algumas partes para que pudéssemos buscar lenha e ligar o gerador e claro buscar mantimentos na cabana do lado, as meninas estavam alegres já nem se lembravam da noite anterior, mas as ter presas por casa era complicado, descobriram o sótão, subiram e tinha tantas coisas antigas ali guardadas.
Todas elas brincaram por ali, Joana a mais velha descobriu um baú que não era fácil de abrir, foi buscar uma alavanca e forçou a fechadura e lá conseguiu.
Tinha montes de fotos, um lindo álbum bem conservado ainda, vestes de um homem, de muita elegância, óculos, canetas de tinta, tinteiros, anotações e outras coisas mais, tudo era estranho parecia que estavam descobrindo uma nova vida, remexendo mais no fundo encontram uma foto muito bem embrulhada com um laço rosa já descolorido. Era a foto de um casal muito elegante, atrás da foto, estava uma dedicatória de amor do senhor para sua esposa, seu nome era Benedito Ventura, mais no fundo estava uma fila de livros muito bem alinhados e conservados, pegaram neles e viram que ele era o autor dos livros.
Correndo pelas escadas fora Joana gritava:
- Mamã, olha o que eu encontrei aqui, ele também escrevia como tu, olhas, para esta linda foto deles aqui.
Olho com alguma curiosidade e qual é o meu espanto que é a foto dos meus visa vós, apenas existia uma na casa de meu tio, única, pois todas foram destruídas pelo incêndio, mas como esta foto veio parar aqui? Pensava eu. Meus olhos encheram-se de lágrimas, pedi que me levassem ao sótão onde estava tudo guardado, remexi em apontamentos e descobri que eram do meu visa avó, mas como se ele morreu no incêndio? Era tudo muito estranho ali. Peguei nos apontamentos todos e trouxe comigo e alguns livros, li coisas intimas do amor exagerado dele com a minha visa avó, mas o que iria me chocar mais ainda é que ele é que incendiou a casa por ciúmes e ela morreu queimada.
Se for assim, ele conseguiu fugir, mas quem era o corpo dentro da casa e lendo as anotações descobre que ele leva um sem abrigo e o embebeda, deixando-o lá dentro morrendo com a, visa avó se fazendo passar por ele.
Seu passado remexeu com a sua mente, memórias tristes assolaram sua cabeça, seus pais já tinham partido, sua mãe iria ficar tão feliz por ver aquele álbum, de repente a Joana dá um grito:
- Mamã olha esta foto pareces mesmo tu, igualzinha a ti.
Olhei a foto e era minha cara, apenas a preto e branco, mas era a minha cara. Meu marido se assustou com a semelhança da foto e franziu sua sobrancelha, acho que lhe li o pensamento.
Se eu era a cara dela o fantasma só podia ser o visa avô, se ele queria tanto mal e era tão mau que ele nos iria fazer?
Afinal o segredo foi desvendado ali, o visa avó nunca foi lá muito boa pessoa, mas sim muito mau tão mau ao ponto de matar como nas suas tramas policiais. Eu estava estarrecida com este segredo, por demais, mesmo, sem saber o que pensar e fazer. As meninas enchiam-nos de perguntas e voltar ao passado estava sendo penoso demais, era uma maldade sem limites forjar a sua própria morte e se manter escondido anos e anos a fio.
Não tinha cabeça para escrever, fui deitar um pouco, adormeci por segundos e vi todo aquele horror, a casa queimando, ela pedindo socorro e ele de fora rindo, rindo diabolicamente. Acordo assustada, não era um sonho, mas um pesadelo real, ele estava ali de frente a sua cama. Olhando-me, com olhar maligno, de vingança e escuto suas palavras:
- Maldita, vieste para me assombrares, maldita sejas tu que vieste me tirar o sossego aqui, eu te matei e tu voltaste de novo.
Por momentos eu queria fugir, o quarto estava gelado, sombrio, silencioso, queria dizer que não era ela, mas a minha voz não saia, ele olhava-me com maldade, quase podia ver o que ele estava pensando na sua vingança.
Ele grita e tudo sai dos lugares, minha cama gira em volta do quarto, escuto tentarem abrir a minha porta sem conseguirem, ele grita:
- Vais arder aqui hoje comigo, vou pegar fogo a tudo isto aqui, ninguém vai descobrir o meu segredo, maldita sejas tu que vais comigo para o fogo do inferno.
Eu estava suspensa no ar a cama girava a volta do quarto, o medo gelava as minhas veias, sabia que ia morrer, apenas pensava nas minhas filhas e num ato de desespero, consigo gritar:
- Saiam da casa rápido, saiam, leva as meninas daqui, ele nos vai matar a todos, saiam, vão embora.
Algo já estava queimando, o tapete já estavam ardendo, as cortinas também, todos corriam para o andar de baixo, as chamas eram intensas, queriam abrir as portas e não conseguiam alguém atira com uma cadeira e parte os vidros da frente da porta, saem todos por ali.
Já todos fora, as crianças chorando, chamando por mim, eu ainda lutava apesar das chamas, ele estava olhando, rindo, divertindo, a cama já tinha parado de rodar, eu já estava mais segura do meu corpo, olhei para o lado, estava uma bíblia na cabeceira da cama, estiquei as mãos e alcancei-a, ele tentou evitar mas não conseguiu.
Ficou um silencio mortal, apenas escutava o crepitar do fogo, o fumo já me deixava tonta, ele ainda ria chegando para perto de mim.
Olhei para a janela, estava tão perto, rezei a Deus e pedi que eu voltasse a ver as meninas de novo, agarrada a bíblia, rompo a janela e atiro-me para o jardim. Sinto vidros entrando em mim, o corpo caiu, senti uma dor latejante no joelho, todo o meu corpo doía, tentei levantar para onde escutava gritos e vozes.
Arrastando-me pela neve sentia que a dor era menor que a minha vontade de viver e voltar a ver as minhas filhas, a casa ardia toda, vejo a minha família, eles ainda nem me viram, escuto as meninas chorando por mim. Gritei:
- Estou aqui, ajudem-me!
Felizes, meu marido, a babá e as minhas filhas correm ao meu alcance, nem eu mesmo sabia como tinha ido parar ali, não sabia mesmo, sabia como tinha conseguido, mas aquela bíblia me salvou, pois nunca tinha tido fé na minha vida e ela me salvou. Agora já podia escrever a minha verdadeira história.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Almas torturadas,parte 2
Bem vindo ao mundo das almas.
Agora que esta aqui,prepare-se para mais torturas.
Pode gritar.Ninguém vai te ouvir,assim como não me ouviu.
Pode chorar.Ninguém vai perguntar se você esta bem,pois eles não querem o seu bem.
Cada segundo aqui,é como cada segundo no Inferno.
Cada segundo,são décadas para você.
Se você acha que morrer foi ruim,espere só para ver como é ruim ser torturado depois de morto.
Pois cada ferimento feito quando se esta morto,dura,e dói,para sempre.
Ouviu isso?Dura para sempre.
E eu posso lhe garantir que isso irá durar para sempre.Você irá durar para sempre.
Se quiser tentar fugir,fuja.
Mas já te aviso,quando eles te acharem,o que não demora,você vai sofrer mil vezes mais.
Se você quiser ficar,fique.
Mas se ficar,vai virar um deles.Ou vai ser torturado trinta vezes por milésimo.
Seu coração ainda bate ai dentro?
Que pena.Porque eles sabem disso.
E agora,eles vão arrancar seu coração.
E nem sei o que vão fazer depois.
Boa sorte,você vai precisar.
Você nem imagina o que vai acontecer com você,mas vai doer muito.
Agora que esta aqui,prepare-se para mais torturas.
Pode gritar.Ninguém vai te ouvir,assim como não me ouviu.
Pode chorar.Ninguém vai perguntar se você esta bem,pois eles não querem o seu bem.
Cada segundo aqui,é como cada segundo no Inferno.
Cada segundo,são décadas para você.
Se você acha que morrer foi ruim,espere só para ver como é ruim ser torturado depois de morto.
Pois cada ferimento feito quando se esta morto,dura,e dói,para sempre.
E eu posso lhe garantir que isso irá durar para sempre.Você irá durar para sempre.
Se quiser tentar fugir,fuja.
Mas já te aviso,quando eles te acharem,o que não demora,você vai sofrer mil vezes mais.
Se você quiser ficar,fique.
Mas se ficar,vai virar um deles.Ou vai ser torturado trinta vezes por milésimo.
Seu coração ainda bate ai dentro?
Que pena.Porque eles sabem disso.
E agora,eles vão arrancar seu coração.
E nem sei o que vão fazer depois.
Boa sorte,você vai precisar.
Você nem imagina o que vai acontecer com você,mas vai doer muito.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Beijo fatal
Era muito fria aquela madrugada do inverno de 1981. Em um salão de festas encontravam-se toda a sorte de pessoas que tentavam espantar o frio daquela noite maldita. Dentre eles uma jovem aparentando ter uns 20 anos estava sentada esperando ser convidada para dançar, seus cabelos ruivos e longos caiam sobre seus ombros e constratavam com seu vestido exótico.
Cansada de esperar, pensou em levantar-se e voltar para sua casa, não queria levar um sermão de seus pais novamente.
Foi então que ele apareceu: Alto, cabelos longos e olhar penetrante, com passos leves dirigiu-se a ela e fez a pergunta pela qual esperou toda a noite:
-Vamos dançar?
Karen (esse era seu nome) não exitou em atender o pedido, com um sorriso angelical aproximou se do moço desconhecido e começaram a dançar ao som da música.
Dançaram muito e estavam tão encantados pela beleza um do outro que quase nem se falaram, foram dançando, dançando até sairem pela porta do salão.
Lá dentro o som era alto, tanto que do lado de fora podia se escutar perfeitamente a música Time After Time.
-Qual seu nome?
-Karen, e o seu?
-Damien.
Seu perfume era inebriante. Karen não resistiu ao desejo, era agora ou nunca, fez o pedido:
-Beije-me Damien.
Eles se beijaram, e isso despistou um pouco o frio que sentiam naquela rua deserta.
Todo o calor daquele beijo era expressado pelos seus roucos gemidos, quando um grito de dor foi ouvido.
Uma golfada de sangue temperou aquele beijo e olhos indagadores, sem entender o que estava acontecendo clamavam silenciosamente por piedade.
Karen trazia atada à sua coxa uma adaga de prata com uma caveira no punho e com essa arma havia acabado de transpassar o coração de Damien.
O corpo caiu inerte do chão e Karen arrancava com extrema facilidade o coração ainda quente de seu último amante.
Saiu pela rua, toda feliz, afinal esta era uma noite de sacrifício, ela não queria ser a única bruxa a ficar sem oferecer um coração para a Missa Negra!!
Cansada de esperar, pensou em levantar-se e voltar para sua casa, não queria levar um sermão de seus pais novamente.
Foi então que ele apareceu: Alto, cabelos longos e olhar penetrante, com passos leves dirigiu-se a ela e fez a pergunta pela qual esperou toda a noite:
-Vamos dançar?
Karen (esse era seu nome) não exitou em atender o pedido, com um sorriso angelical aproximou se do moço desconhecido e começaram a dançar ao som da música.
Dançaram muito e estavam tão encantados pela beleza um do outro que quase nem se falaram, foram dançando, dançando até sairem pela porta do salão.
Lá dentro o som era alto, tanto que do lado de fora podia se escutar perfeitamente a música Time After Time.
-Qual seu nome?
-Karen, e o seu?
-Damien.
Seu perfume era inebriante. Karen não resistiu ao desejo, era agora ou nunca, fez o pedido:
-Beije-me Damien.
Eles se beijaram, e isso despistou um pouco o frio que sentiam naquela rua deserta.
Todo o calor daquele beijo era expressado pelos seus roucos gemidos, quando um grito de dor foi ouvido.
Uma golfada de sangue temperou aquele beijo e olhos indagadores, sem entender o que estava acontecendo clamavam silenciosamente por piedade.
Karen trazia atada à sua coxa uma adaga de prata com uma caveira no punho e com essa arma havia acabado de transpassar o coração de Damien.
O corpo caiu inerte do chão e Karen arrancava com extrema facilidade o coração ainda quente de seu último amante.
Saiu pela rua, toda feliz, afinal esta era uma noite de sacrifício, ela não queria ser a única bruxa a ficar sem oferecer um coração para a Missa Negra!!
Pai
Fui dormir. Minha mãe ficou vendo tv na sala. Subi as escadas e fui pro quarto. Fechei a porta, apaguei a luz e me deitei. A janela sem cortina mostrava a luz fraca da rua. Uma rua deserta, só havia a minha casa. E lá estava eu. Olhando pra janela. Comecei a ouvir um barulho. Batidas em baixo da minha cama. Me encolhi embaixo das cobertas. O barulho aumentava. Eu sentia as batidas. E ouvia uma respiração. Estranha. De repente, algo começou a arranhar o carpete de madeira do meu quarto. Não olhei. Então o barulho parou. Resolvi olhar. Havia um “recado”. Ele dizia: “Sua mãe já não está mais com você. Ela não está mais nesse mundo. Assinado: Pai.” Levaram minha mãe. Meu pai levou minha mãe. Ele havia morrido misteriosamente um mês antes. E ele a levou. Fui até a janela, sem me sentir mal, surpresa ou assustada. Olhei para as árvores mais distantes e senti algo atrás de mim. “Filha”. Sussurrou aquela coisa. Meu pai estava atrás de mim. Exatamente como está aí atrás de você agora.
Ritual Sombrio
Observação: é de sua inteira responsabilidade o uso desse ritual, caso tenha tenha problemas futuros, o problema é somente seu e acredite, você vai ter problemas.
Vá para qualquer banheiro público, ele deve estar localizado em um lugar bastante movimentado.
Um banheiro de hotel ou de terminal de ônibus é perfeito.
Faça isso após a meia-noite e tenha com você dois cigarros.
Quanto mais forte for o cigarro, mais chances de sucesso você terá.
Sente-se no escuro e fume um dos cigarros. Tenha um espelho por perto, e olhe para seu reflexo o tempo todo.
Quando estiver fumado cerca de 1/4 do cigarro, o quarto deverá está cheio de fumaça.
Seus olhos começarão a lacrimejar, mas não pisque e não tire os olhos do seu reflexo, não importa o que aconteça.
Você começará a perceber que seu reflexo ficará escuro e o reflexo da bituca do cigarro se dividirá em dois olhos vermelhos.
A fumaça no quarto condensará e antes mesmo que você perceba, uma sombra aparecerá sentada do seu lado.
Ela pedirá um cigarro (por isso você tem que ter dois cigarros). Dê o segundo cigarro à sombra.
Quando ela começar a fumar, você pode perguntá-la o que quiser, ela dirá a verdade. Você pode perguntar o que é o Triângulo das Bermudas, quem foi Jack o Estripador, qualquer coisa que vier à sua mente.
Preste atenção no quanto a sombra já fumou.
Quando o cigarro estiver quase acabando, a fumaça do cigarro começará a dar mais forma a ela, deixando-a cada vez mais sólida.
Se você deixá-la terminar o cigarro, ela vai atacar você.
Portanto, quando isso acontecer, levante-se e arranque os olhos da sombra, em um movimento rápido.
A sombra começará a gritar e amaldiçoá-lo e suas mãos começarão a queimar intensamente, NÃO ABRA SUAS MÃOS, mesmo separados de seu corpo, os olhos da sombra ainda enxergam. Corra para o interruptor e acenda a luz.
Espere a sombra se extinguir e voltar a ser fumaça.
Saia do banheiro e mantenha suas mãos fechadas até as três da manhã.
A queimação será insuportável.
Se abrir suas mãos, todas as luzes ao seu redor queimarão e a sombra voltará para se vingar e verá que há uma cicatriz em cada palma.
A partir desse dia, você não poderá chegar perto de espelhos ou quartos escuros, porque a sombra poderá localizar você através de suas queimaduras.
Ela o caçará com a ajuda de cachorros negros vindos do inferno (Cérberos), dada a perda da visão e eles são muito mais terríveis do que a sombra jamais poderia ser.
O número de cachorros depende da força da sombra com que você fez contato.
Depois disso, você sempre estará frio, não importa quanto calor faça e terá a habilidade de fazer pequenos milagres.
Toda noite, você terá pesadelos e visões do futuro, mas nenhuma visão será boa, você só poderá prever os mais horríveis eventos futuros e só terá as visões quando não puder fazer nada para evitar.
Vá para qualquer banheiro público, ele deve estar localizado em um lugar bastante movimentado.
Um banheiro de hotel ou de terminal de ônibus é perfeito.
Faça isso após a meia-noite e tenha com você dois cigarros.
Quanto mais forte for o cigarro, mais chances de sucesso você terá.
Sente-se no escuro e fume um dos cigarros. Tenha um espelho por perto, e olhe para seu reflexo o tempo todo.
Quando estiver fumado cerca de 1/4 do cigarro, o quarto deverá está cheio de fumaça.
Seus olhos começarão a lacrimejar, mas não pisque e não tire os olhos do seu reflexo, não importa o que aconteça.
Você começará a perceber que seu reflexo ficará escuro e o reflexo da bituca do cigarro se dividirá em dois olhos vermelhos.
A fumaça no quarto condensará e antes mesmo que você perceba, uma sombra aparecerá sentada do seu lado.
Ela pedirá um cigarro (por isso você tem que ter dois cigarros). Dê o segundo cigarro à sombra.
Quando ela começar a fumar, você pode perguntá-la o que quiser, ela dirá a verdade. Você pode perguntar o que é o Triângulo das Bermudas, quem foi Jack o Estripador, qualquer coisa que vier à sua mente.
Preste atenção no quanto a sombra já fumou.
Quando o cigarro estiver quase acabando, a fumaça do cigarro começará a dar mais forma a ela, deixando-a cada vez mais sólida.
Se você deixá-la terminar o cigarro, ela vai atacar você.
Portanto, quando isso acontecer, levante-se e arranque os olhos da sombra, em um movimento rápido.
A sombra começará a gritar e amaldiçoá-lo e suas mãos começarão a queimar intensamente, NÃO ABRA SUAS MÃOS, mesmo separados de seu corpo, os olhos da sombra ainda enxergam. Corra para o interruptor e acenda a luz.
Espere a sombra se extinguir e voltar a ser fumaça.
Saia do banheiro e mantenha suas mãos fechadas até as três da manhã.
A queimação será insuportável.
Se abrir suas mãos, todas as luzes ao seu redor queimarão e a sombra voltará para se vingar e verá que há uma cicatriz em cada palma.
A partir desse dia, você não poderá chegar perto de espelhos ou quartos escuros, porque a sombra poderá localizar você através de suas queimaduras.
Ela o caçará com a ajuda de cachorros negros vindos do inferno (Cérberos), dada a perda da visão e eles são muito mais terríveis do que a sombra jamais poderia ser.
O número de cachorros depende da força da sombra com que você fez contato.
Depois disso, você sempre estará frio, não importa quanto calor faça e terá a habilidade de fazer pequenos milagres.
Toda noite, você terá pesadelos e visões do futuro, mas nenhuma visão será boa, você só poderá prever os mais horríveis eventos futuros e só terá as visões quando não puder fazer nada para evitar.
Os Sumi
Existem seres que não são desse mundo. Eles se auto-denominam “Os Sumi”. Agora que você sabe, eles também sabem de você.
Durante a segunda guerra mundial, a médium nazista Maria Orstisch fez seu primeiro contato telepático gravado com eles. Depois de anos de comunicação, ela foi sequestrada em 1945 e nunca mais foi vista. Desde então, qualquer um que saiba sobre eles desaparece pouco tempo depois.
Em menos de um dia, você passará a sentir a sensação de não estar mais sozinho, em qualquer lugar. À medida em que eles estiverem se aproximando, você poderá vê-los em reflexos, que ficarão mais e mais nítidos com o passar da semana. Depois disso, eles começarão a aparecer fisicamente para você e em menos de um mês eles o sequestrarão e você nunca será mais visto.
Eu escrevo isso na esperança de que alguém leia e ache um jeito de pará-los, mesmo que seja com um último ato de desespero.
Fogos de artificio
Os fogos de artificio já haviam começado,apesar de faltarem dez minutos para a meia noite.Eu estava no meio de tudo.Foi o meu pior ano novo.
Eu estava indo para a casa de meus pais,como sempre.Mas um amigo me ligou,e me disse para dar passar na casa dele,para pegar um presente.E eu,lógico,fui.Mas não consegui chegar lá.Por quê?Bem,fui sequestrada.E não fui só eu.Mais ou menos umas dez pessoas foram sequestradas junto comigo.E foi tudo tão rápido,que eu só percebi o que estava acontecendo quando tudo estava acabando.
Nos dividiram em três grupos,e cada um sofreria uma tortura diferente.O primeiro grupo,foi esquartejado,e seus pedaços foram esmagados.O segundo,foi estrangulado com suas proprias tripas.E finalmente,o meu grupo.Nos prenderam a fogos de artificios,e começaram a fazer uma contagem regressiva para o ano novo.Faltavam alguns segundos.
Dez.Nove.Oito.Sete.Seis.Cinco.Quatro.Três.Dois.Um.
Todos explodimos.Voamos pelo céu.O céu ficou vermelho,e brilhante também.Mas por alguma razão,eu voltei.Como espirito,mas voltei.
E obivio que me vinguei daqueles que me fizeram mal.Mas de uma forma bem simples.
Só os amarrei em fogos de artifio,e os explodi,um por um.E sobrou um.Ele iria sofrer muito mais.Cortei seus dedos,das mãos e dos pés.Depois,arranquei seus olhos,linguas e orelhas.Por fim,amarrei seu intestino grosso a seu pescoço,e o pendurei ao ventilador.Como eu já estava morta,não poderia ser presa.
E é por isso que eu odeio fogos de artificio.
Assinar:
Postagens (Atom)






