Como é feito um exorcismo?
Em 1999, o Vaticano emitiu um ritual de exorcismo revisado para ser usado pelos padres católicos. As diretrizes para conduzir um exorcismo compreendem uma única seção no Ritual Romano (Rituale Romanum), um dos livros que descrevem os ritos oficiais da Igreja Católica. Até então, o ritual oficial de exorcismo que era seguido tinha sido emitido em 1614.
Para realizar o ritual, o exorcista deve vestir sua sobrepeliz e a estola roxa. O ritual é constituído principalmente de uma série de orações, declarações e apelos. Tais orações são encontradas na "fórmula da súplica", na qual o padre pede a Deus para livrar o paciente do demônio:
- Deus, cuja natureza é sempre de misericórdia e perdão, aceite nossa oração para que este Vosso criado, amarrado pelos grilhões do pecado, possa ser perdoado por Vossa amorosa benevolência.
Depois segue-se a "fórmula imperativa", na qual o padre exige, em nome de Deus, que o demônio deixe o corpo do paciente:
- Saia, ímpio, saia, amaldiçoado, saia com todos os seus enganos, por Deus que quis que o homem fosse ser Seu templo.
Além das fórmulas citadas o padre borrifa água benta em todos na sala, coloca suas mãos no paciente, faz o sinal da cruz tanto em si como no paciente e toca o possuido com uma relíquia católica (geralmente um objeto associado a um santo).
Malachi Martin, um ex-padre jesuíta e autoproclamado exorcista, oferece informação extra sobre o assunto, mas tal informação não é endossada pela Igreja. Figura controversa no mundo católico, Martin revela no livro "Refém do Demônio" o que considera serem os estágios típicos de um exorcismo:
1. Presunção - o demônio esconde sua verdadeira identidade
2. Ponto fraco - o demônio se revela
3. Conflito - o exorcista e o demônio lutam pela alma do possuído
4. Expulsão - o exorcista ganha a batalha e o demônio deixa o corpo do possuído
"Refém do Demônio" causou polêmica na Igreja Católica. O livro detalha exorcismos reais que Martin afirma ter realizado, auxiliado ou testemunhado. Os rituais descritos por Martin estão no nível de "O Exorcista" em termos de ação e violência. Foi muito criticado pelos católicos, que acham que Martin fez sensacionalismo e, portanto, subestimou o poder do demônio. Mas se as cenas intensas de Martin não parecem verdadeiras para a Igreja e seus seguidores, como seria um exorcismo real? Fica a dúvida
ANNELIESE MICHEL
Anneliese Michel (Leiblfing, 21 de setembro de 1952 — Klingenberg am Main, 1 de julho de 1976) foi uma jovem alemã de família católica que acreditava ter sido possuída por uma legião de demônios, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo pelos padres Ernest Alt e Arnold Renz em 1975 e 1976. O Caso Klingenberg, como passou a ser conhecido pelo grande público, deu origem a vários estudos e pesquisas, tanto de natureza teológica quanto científica, e serviu como inspiração para os filmes O Exorcismo de Emily Rose, dirigido pelo cineasta estadunidense Scott Derrickson, e Requiem, dirigido pelo polêmico cineasta alemão Hans-Christian Schmid. Anneliese experimentou o que é reconhecido por profissionais médicos como graves distúrbios psiquiátricos a partir dos 16 anos de idade até sua morte, aos 23 anos, de desnutrição secundária à doença mental. Depois de vários anos de tratamento psiquiátrico ineficaz, ela se recusou ao tratamento médico e solicitou um exorcismo. As graves conseqüências atribuídas ao ritual de exorcismo sobre a jovem motivaram a abertura de um processo criminal pelos promotores de justiça locais contra os pais de Anneliese e os padres exorcistas, causando uma grande polêmica em toda a Europa e dividindo a opinião pública mundial. Ambos os padres que realizaram o exorcismo e os pais de Michel foram condenados por homicídio negligente porque não procuraram tratamento médico.
Infância
Anneliese Michel nasceu em Leiblfing, no estado federal alemão da Baviera, mas foi criada com as suas três irmãs no pequeno município de Klingenberg am Main. Seus pais, Anna e Josef Michel, muito religiosos, lhe deram uma educação profundamente católica. O pai de Anneliese mantinha a família trabalhando em uma serraria. Quando tinha dezesseis anos, Anneliese sofreu uma grave convulsão e foi diagnosticada com epilepsia. Logo, ela também começou a alucinar enquanto rezava. Em 1973, ela sofria de depressão e começou a ouvir vozes dizendo que diziam que ela estava "condenada"e que iria "apodrecer no inferno". Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando o suicídio. O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro. Ela andava nua pela casa, fazia suas necessidades em qualquer lugar, rasgava suas roupas, comia insetos como moscas e aranhas, carvão e chegou a lamber sua própria urina.
Tratamento psiquiátrico
Depois de ser admitida em um hospital psiquiátrico a saúde de Anneliese não melhorou. Além disso, sua depressão começou a se aprofundar. Ela começou a ficar cada vez mais frustrada com a intervenção médica, que não melhorava a sua condição. Em longo termo, o tratamento médico não foi bem sucedido, seu estado, incluindo a sua depressão, agravaram-se com o tempo. Tendo centrado toda a sua vida em torno da fé católica, Anneliese começou a atribuir sua condição psiquiátrica à possessão demoníaca. Anneliese tornou-se intolerante à lugares e objetos sagrados, como crucifixos, que contribuiu ao que achavam ser possessão demoníaca. Ao longo do curso dos ritos religiosos Anneliese sofreu muito. Foram prescritos a ela medicamentos antipsicóticos, que ela pode ou não ter parado de tomar. Em junho de 1970, Michel sofreu uma terceira convulsão no hospital psiquiátrico, neste momento foi prescrito pela primeira vez anticonvulsivantes. O nome desta droga não é conhecido e não trouxe alívio imediato aos sintomas de Michel. Ela continuou falando sobre o que ela chamou de "faces do diabo", visto por ela durante vários momentos do dia. Michel ficou convencida de que a medicina convencional era de nenhuma ajuda. Acreditando cada vez mais que sua doença era de um tipo distúrbio espiritual, ela recorreu à Igreja para executar um exorcismo nela. Naquele mesmo mês, lhe foi prescrita uma outra droga, Aolept (pericyazine), que é uma fenotiazina com propriedades gerais semelhantes às da clorpromazina: pericyazine é usado no tratamento de psicoses diversas, incluindoesquizofrenia e distúrbios de comportamento. Em novembro de 1973, Michel iniciou o tratamento com Tegretol (carbamazepina), que é uma droga antiepiléptica . Michel tomou o medicamento com frequência, até pouco antes de sua morte.
Exorcismo e morte
Anneliese fez uma peregrinação a San Damiano com um bom amigo da família, Thea Hein, que regularmente organizava peregrinações para "lugares santos" não reconhecidos oficialmente pela Igreja Católica. Como Anneliese era incapaz de passar por um crucifixo e se recusava beber a água de uma nascente sagrada, seu acompanhante concluiu que ela estava sofrendo de possessão demoníaca. Tanto Anneliese quanto sua família se convenceram de que ela estava realmente possuída e consultaram vários sacerdotes, pedindo um exorcismo. Os sacerdotes se recusaram, recomendaram a continuação do tratamento médico e informaram à família que para a realização de exorcismo era necessária a permissão de um bispo. Eventualmente, em uma cidade próxima, se depararam com vigário Ernst Alt, que, depois de ver Anneliese, declarou que ela não "parecia uma epiléptica" e que ele não a via tendo convulsões. Ele acreditava que a menina estava sofrendo uma possessão demoníaca. Alt pediu ao bispo para permitir um exorcismo. Em setembro de 1975, o bispo Josef Stangl concedeu uma permissão Padre Renz para exorcizar Anneliese de acordo com oRituale Romanum de 1614, mas ordenou total sigilo sobre o caso. Renz realizada a primeira sessão em 24 de setembro. Uma vez convencidos de sua possessão, Anneliese, seus pais e os exorcistas pararam de procurar tratamento médico e colocoram seu destino nas mãos apenas dos ritos de exorcismo. Sessenta e sete sessões de exorcismo, uma ou duas por semanas, com duração de até quatro horas, foram realizadas durante cerca de 10 meses em 1975 e 1976. Em algum momento, Michel começou a falar cada vez mais sobre a morte para expiar a juventude rebelde do dia e os padres apóstatas da igreja moderna e se recusou a comer. A pedido da própria Anneliese, os médicos não estavam mais sendo consultados. Em 1 de julho de 1976, Anneliese morreu durante o sono. O relatório da autópsia indicou a causa da morte foi desnutrição e desidratação de quase um ano de semi-inanição, enquanto os ritos de exorcismo eram realizadas.
Julgamento
Logo após o falecimento de Anneliese, os padres Ernest Alt e Arnold Renz fizeram o comunicado do óbito às autoridades locais que, imediatamente, abriram inquérito e procederam às investigações preliminares.
Os promotores públicos responsabilizaram os dois padres e os pais de Anneliese de homicídio causado por negligência médica. O bispo Josef Stangl, embora tivesse dado a autorização para o exorcismo, não foi indiciado pela promotoria em virtude de sua idade avançada e seu estado de saúde debilitado, vindo a falecer em 1979. Josef Stangl foi quem consagrou bispo o padre Joseph Ratzinger, que no futuro se tornaria o Papa Bento XVI. O julgamento do processo, que passou a ser denominado como o Caso Klingenberg (em alemão: Fall Klingenberg), iniciou-se em 30 de março de 1978 e despertou grande interesse da opinião pública alemã. Perante o tribunal, os médicos afirmaram que a jovem não estava possuída, muito embora o Dr. Richard Roth, ao qual foi solicitado auxílio médico pelo padre Ernest Alt, teria feito a afirmação à época que não havia medicação eficaz contra a ação de forças demoníacas (cfe. fonte original: "there is no injection against the devil"). Os médicos psiquiatras, que prestaram depoimento, afirmaram que os padres tinham incorrido inadvertidamente em "indução doutrinária" em razão dos ritos, o que havia reforçado o estado psicótico da jovem, e que, se ela tivesse sido encaminhada ao hospital e forçada a se alimentar, o seu falecimento não teria ocorrido.
A defesa judicial dos padres foi feita por advogados contratados pela Igreja. A defesa dos pais de Anneliese argumentou que o exorcismo tinha sido ato lícito e que a Constituição Alemã protege os seus cidadãos no exercício irrestrito de suas crenças religiosas. A defesa também recorreu ao conteúdo das fitas gravadas durante as sessões de exorcismo, que foram apresentadas ao tribunal de justiça, onde, por diversas vezes, as vozes e os diálogos — muitas vezes perturbadores — dos supostos demônios eram perfeitamente audíveis. Em uma das fitas é possível discernir vozes masculinas de dois supostos demônios discutindo entre si qual deles teria de deixar primeiro o corpo de Anneliese. Ambos os padres demonstraram profunda convicção de que ela estava verdadeiramente possessa e que teria sido finalmente libertada pelo exorcismo, um pouco antes da sua morte.
Ao fim do processo, os pais de Anneliese e os dois padres foram considerados culpados de negligência médica e foi determinada uma sentença de seis meses com liberdade condicional sob fiança.
Exumação
Antes do início do processo, os pais de Anneliese solicitaram às autoridades locais uma permissão para exumar os restos mortais de sua filha. Eles fizeram esta solicitação em virtude de terem recebido uma mensagem de uma freira carmelita do distrito de Allgaeu, no sudoeste da Baviera. A freira relatou aos pais da jovem que teria tido uma visão na qual o corpo de Anneliese ainda estaria intacto ou incorrupto e que esta seria a prova definitiva do caráter sobrenatural dos fatos ocorridos. O motivo oficial que foi dado às autoridades foi o de que Annieliese tinha sido sepultada às pressas em um sarcófago precário. Os relatórios oficiais, entretanto, divulgaram a informação que o corpo já estava em avançado estado de decomposição. As fotos que foram tiradas durante a exumação jamais foram divulgadas. Várias pessoas chegaram a especular que os exumadores moveram o corpo de Anneliese do antigo sarcófago para o novo, feito de carvalho, segurando-o pelas mãos e pernas, o que seria um indício de que o corpo não estaria na realidade muito decomposto. Os pais e os padres exorcistas foram desencorajados a ver os restos mortais de Anneliese. O padre Arnold Renz mais tarde afirmou que teria sido inclusive advertido a não entrar no mortuário. Alguns vídeos mostram fotos e gravações do exorcismo:
Para aqueles que não querem/tem preguiça de ver os vídeos,aqui vão algumas fotos:

Homem morre durante exorcismo:
A criança e sua mãe, que também estava no quarto durante a briga entre Marquez e os policiais, foram hospitalizadas, mas o estado de saúde das duas não foi informado. A mulher não foi presa, mas a polícia considera apresentar queixas criminais contra ela.
Os policiais chegaram na noite de sábado na residência e entraram no prédio quando ouviram gritos vindos de um quarto. "O propósito era libertar os demônios desta pequena criança", afirmou o sargento Joel Tranter.
Uma cama havia sido empurrada contra a porta do cômodo, mas os policiais conseguiram abrir uma fresta e viram Marquez dando choques em sua neta, que estava toda ensangüentada e chorava ofegante.
Dentro do quarto também estava uma mulher de 19 anos, nua e ensangüentada, que a polícia informou mais tarde se tratar da filha de Marquez e mãe da criança. Ela entoava "algo de cunho religioso", segundo o policial Tranter.
Marquez foi algemado após a briga com os policiais, quando o homem parecia estar em estado normal. Entretanto, algum tempo depois ele parou de respirar, não pôde ser reanimado e acabou morrendo no hospital.
Freira é morta durante exorcismo:
A religiosa Maricica Irina Cornici, que morreu num ritual de exorcismo levado a cabo por um padre e quatro freiras num convento cristão ortodoxo, foi enterrada nesta segunda-feira em sua cidade natal de Perieni (Romênia), enquanto a Justiça abriu uma investigação sobre o caso que assustou os romenos.
A jovem de 23 anos, que viveu num orfanato e no claustro do monastério, morreu amordaçada e amarrada com correntes a uma cruz de madeira. Antes, ela passou seis dias sem água e sem comida no monastério Santa Trinidad, em Tanacu, no nordeste do país.
Irina foi seqüestrada no dia 10 de junho pelo padre Daniel Corogeanu, de 29 anos, e quatro freiras. Segundo a Procuradoria, ela teve suas mãos e pernas amarradas, e uma toalha foi colocada em sua boca.
Os médicos comprovaram que a freira morreu no dia 15 de junho, enquanto a porta-voz da polícia, Mihaela Staub, declarou pouco depois que "a morte da vítima foi causada por uma violência física muito grave".
Segundo Corogeanu, Irina estava possuída por demônios e maus espíritos, era violenta, espumava e rejeitava a água benta e, por isso, teve que ser imobilizada.
Em entrevista publicada pelo jornal Evenimentul Zilei de ontem, o sacerdote garantiu que toda a comunidade religiosa de Santa Trinidad decidiu não apelar aos médicos e tentar curá-la com orações.
"Os demônios não podem ser curados com pílulas", disse Corogeanu, que afirmou que toda a comunidade concordava que "se tratava do diabo e não de um distúrbio psíquico". Segundo ele, isso era percebido pelos seus gestos e palavras que Irina gritava e que mostravam a presença demoníaca.
O sacerdote desmentiu a crucificação da freira e garantiu que para imobilizar as mãos dela foi usada apenas uma tábua transversal.
Ele disse ainda que Irina foi amordaçada porque insultou a igreja durante a missa celebrada para sua salvação.
"Choramos por ela, ninguém quis matá-la", declarou. De acordo com Corogeanu, depois que a freira se acalmou, seus membros foram desamarrados, ela recebeu chá e pão e, então, desmaiou e sofreu um infarto.
As freiras e o sacerdote bateram e quase rasgaram o hábito do vigário de Husi, Corneliu Barladeanu, que chegou no último domingo ao monastério para suspender e proibir Corogeanu de celebrar missas até que a Procuradoria concluísse as investigações.
Os policiais que foram proteger Barladeanu também tiveram que enfrentar a agressividade das religiosas que defendiam seu sacerdote e confessor.
Segundo médicos legistas, a morte da jovem foi provocada por uma insuficiência aguda cardio-respiratória, por asfixia mecânica, outros traumas e desidratação, associados a um ataque de esquizofrenia.
"É um ato abominável e uma prática bárbara", disse à imprensa o porta-voz do Patriarcado da Igreja Ortodoxa Romena, Costel Stoica.
Para ele, a morte de Irina não tem "precedentes na história da vida monástica oriental".
Stoica explicou que o exorcismo na prática religiosa ortodoxa é de fato a "oração de São Basílio, o Grande", lida a pedido da pessoa que solicita a ajuda de Deus contra o diabo na igreja ou na casa do crente.
"O exorcismo é praticado em ampla escala nas igrejas da Romênia", disse em declarações à imprensa Razvan Codrescu, redator chefe do jornal Lumea Credintei (Mundo da fé).
Após a queda do comunismo, restou no país apenas uma centena de conventos. Mas segundo destacou Codrescu, a vida monástica renasceu na Romênia e o número dos monastérios e ermidas já passa dos 500 atualmente.
Vários jovens de ambos os sexos vestem o hábito desde muito cedo na Romênia, motivados não só pela vocação religiosa, mas também pela falta do trabalho e pelas dificuldades materiais.
Fonte: Terra.Noticias
O verdadeiro caso do filme “O Exorcista”:
O filme O Exorcista foi inspirado em um caso real, não envolvendo uma garotinha de 12 anos, mas um menino de 13, conhecido por R. Seu comportamento estranho começou em 1949, após a morte de uma tia. Ele começou a ouvir arranhões na parede e objetos voavam pela casa. Cadeiras e camas se moviam quando o garoto estava nelas. A família desesperada pede ajuda a igreja católica. A primeira tentativa de exorcismo acabou em desastre. Ele rasgou o padre do ombro ao pulso com uma mola da cama. Foram necessários mais de 100 pontos o local. Palavras começaram a surgir em seu corpo e uma delas, Louis, fez a família mudar de volta para Saint Louis, acreditando haver algo lá. Entre em cena um estudioso jesuíta que na época tinha 27 anos, Walter Halloran.Ele estudou na Universidade de Saint Louis e tratou de R. Narrando o caso, ele diz que "o garoto cuspia com precisão e acertava seu corpo a 1,5 metros... Certa vez ví uma marca em seu ombro e parecia a caricatura do demônio. Eu podia ver suas mãos e não era ele que fazia... Ouvimos a voz e ela falou que não ia embora até que uma certa palavra fosse dita.". Na páscoa, uma outra voz tomou o garoto e disse a palavra Dominus. Neste momento ouviu-se um tiro e o garoto ficou curado.
O filme O Exorcista arrecadou $ 260.000.000,00 dramatizando esta história. Até hoje a igreja católica faz exorcismos.
Filmes relacionados a exorcismos
Quando falamos em filmes de exorcismos,qual o primeiro que nos vem a cabeça?! “O Exorcista”,certo?!Mas existem muitos outros filmes desse gênero,alguns muito melhores do que outros,lógico,mas...Aqui vai uma listinha de alguns filmes relacionas a exorcismos:
Madre Joana dos Anjos:
Passado no século XVII, o filme conta a história de um convento com freiras possuídas pelo demônio. Um dos primeiros filmes a tocar no tema do exorcismo, é um clássico do cinema europeu, ganhador do Prêmio de Júri no Festival de Cannes de 1961.
Possuído pelo demônio:
Baseado num relato verídico sancionado pela Igreja Católica por quase meio século e documentado pelo escritor Thomas B. Allen em seu livro "Possessed: The True Story Of An Exorcism". Possuído Pelo Demônio conta a história de Robbie Mannheim. Quando acontecimentos inexplicáveis e aterrorizantes começam a acontecer para Mannheim após a morte de sua tia, a única pessoa que concorda em ajudá-lo é o Padre Bowdern. Ele enfrenta não apenas as forças demoníacas, mas um poderoso Arcebispo com uma lotada agenda política
Constantine:
John Constantine é um experiente ocultista e exorcista, que literalmente chegou ao inferno. Juntamente com Angela Dodson,uma policial cética, ele investiga o misterioso assassinato da irmã gêmea dela, Isabel. As investigações levam a dupla a um mundo sombrio, em que precisam lidar com demônios e anjos malvados
Horror em Amityville:
Em 13 de novembro de 1974 a polícia do condado de Sufolk recebeu uma chamada telefônica que a levou ao endereço 112 Ocean Avenue, Amityville, Long Island. Dentro da casa a polícia encontrou um crime brutal: o assassinato de uma família inteira enquanto dormia. Poucos dias depois, Ronald Defeo Jr. admitiu que usou um rifle para matar os pais e seus 4 irmãos, alegando ter ouvido vozes que vinham de dentro da casa e que o influenciaram a cometer os crimes. Um ano depois George e Kathy se mudam com os filhos para a antiga casa dos Defeo. Não demora muito para que estranhos eventos comecem a acontecer, afetando a vida da família e indicando que uma presença maligna está oculta na casa.
O exorcismo de Emily Rose:
Emily Rose é uma jovem que deixou sua casa em uma região rural para cursar a faculdade. Um dia, sozinha em seu quarto no alojamento, ela tem uma alucinação assustadora, perdendo a consciência logo em seguida. Como seus surtos ficam cada vez mais frequentes, Emily, que é católica praticante, aceita ser submetida a uma sessão de exorcismo. Quem realiza a sessão é o sacerdote de sua paróquia, o padre Richard Moore.Porém Emily morre durante o exorcismo, o que faz com que o padre seja acusado de assassinato. Erin Bruner,uma advogada famosa, aceita pegar a defesa do padre Moore em troca da garantia de sociedade em uma banca de advocacia. À medida que o processo transcorre o cinismo e o ateísmo de Erin são desafiados pela fé do padre Moore e também pelos eventos inexplicáveis em torno do caso.
Almas perdidas:
O filme conta a história de Casey Beldon, uma jovem de 19 anos que começa a ser assombrada por um dybbuk - espírito malevolente e vagante tradicional da cultura judaica - que foi um menino perseguido no campo de concentração de Auschwitz na Segunda Guerra Mundial. Seu namorado Mark Hardigan e a melhor amiga Romy ajudam Casey da forma que podem, mas ela é obrigada a procurar a ajuda do rabino Sendak, especializado em casos espirituais, para conseguir se livrar do tormento.
Para quem não gosta dessa questão religiosa, o filme é péssimo. Para quem se interessa, é ótimo, pois irá abordar o exorcismo do ponto de vista judaico, algo pouco abordado na nossa sociedade.
Exorcismus- A possessão:
Emma Evans não tem boa relação com seus pais que, para ela, são autoritários e vivem a oprimindo. Em busca de sua identidade, a jovem decide libertar seus desejos mais profundos e, assim, desencadeia forças poderosas e malignas das quais perde o controle. Todo esse horror resultado das ações de Emma atormenta a sua família e ela descobre que tem coisas que é melhor não desejar.
Devorador de pecados:
O monge Alex Bernier é um integrante da ordem religiosa dos carolíngios. Quando o líder da ordem morre, Alex é enviado a Roma para investigar as estranhas circunstâncias de seu óbito. O corpo do religioso apresenta estranhas marcas no peito que indicam a ação de um devorador de pecados, um praticante de um ritual pagão no qual alguém, por pagamento, literalmente "come" os pecados de outra pessoa e garante sua salvação. Alex pede a ajuda de um colega, o padre Thomas, e os dois vão em busca de Mara, uma artista vítima de uma possessão demoníaca e em quem Thomas fez um exorcismo.
O ritual:

Michael Kovak é um seminarista cético e decidido a abandonar seu caminho na igreja, mas seu superior o orienta a passar um período no Vaticano para estudar rituais de exorcismo. Uma vez lá, suas dúvidas e questionamentos só aumentam na medida em que seu contato com o padre Lucas (Anthony Hopkins), um famoso jesuíta exorcista, o apresenta ao lado mais obscuro da igreja. Ao conhecer a jornalista Angeline (Alice Braga), que investiga as atividades do religioso, suas reflexões sobre a crença no diabo e em Deus não param de crescer.
Caça as bruxas:
Behmen lutou por vários anos nas Cruzadas, perdeu batalhas, amigos e também a fé. Ao desistir de ajudar a Igreja em sua luta pelo poder, ele só encontra devastação, fome e a peste negra. Ao lado de seu fiel escudeiro Felton,ele torna-se inimigo dos governantes, mas acaba recebendo uma missão que pode liquidar seus débitos: levar uma jovem, suspeita de ser uma bruxa, para um monastério distante. Mas o caminho será bastante tortuoso e mesmo antes de chegar ao destino, eles descobrirão que estão diante de forças sobrenaturais e que o mal está além de toda e qualquer compreensão.
O ultimo exorcismo:
Numa fazenda no estado de Louisiana, nos Estados Unidos, Louis Sweetzer acredita que sua filha Nell está possuída por um demônio. Ele chama o reverendo Cotton Marcus,com dezenas de exorcismos realizados, para salvar a jovem. Marcus decide filmar para um documentário este que será seu último exorcismo, mas o que encontra no local é diferente de tudo que já tinha visto antes.
A filha do mal:
Em 1989, os atendentes da emergência recebem uma ligação pelo 9-1-1 de Maria Rossi confessando que havia matado brutalmente três pessoas. 20 anos mais tarde, sua filha Isabella tenta compreender a verdade sobre o que aconteceu naquela noite. Ela viaja até o Hospital Centrino para Criminosos Insanos na Itália, onde sua mãe foi detida, para determinar se ela é doente mental ou se está possuída pelo demônio. Quando ela recruta dois jovens exorcistas para curarem sua mãe usando métodos não convencionais que combinam ciência e religião, eles se deparam com o mais puro mal, na forma de quatro poderosos demônios que possuem Maria.
Muitos foram possuídos por um; somente uma foi possuída por muitos.
E não podia de deixar de fora o clássico: O Exorcista:
Em Georgetown, Washington, uma atriz vai gradativamente tomando consciência que a sua filha de doze anos está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, que também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.